segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Já passou um ano!

Um ano de andanças bloguistas!


Este apontamento já vem com uns dias de atraso. Porque isto era para ser dito no dia 9 de Outubro. Mas aliado a algumas distracções próprias do estado das pilhas etárias, bem como à azáfama de outras ocupações, que me arranjam, sempre para e em favor dos outros, a coisa passou. Mas ainda vem a tempo de poder informar (recordar) que no dia 9 de Outubro fez UM ANINHO que nestas Terras do Marnel e Vouga foram postados os primeiros escritos daquilo que se propunha ser um blogue. E penso que o conseguiu!

Naquele dia, nasceu oficialmente esta página.

Começou sem saber nada, sem a ajuda de ninguém, apenas com o espírito arrojado e aventureiro a quem teimosamente se lhe enfiou na massa encefálica que havia de ter aqui uma coisa das novas tecnologias. E de tanto bater, de tantas asneiras e erros cometidos, ele cá está, não na perfeição, mas, como dizia um colega meu, «já se torna comestível».
Tenho muito que melhorar, que aprender, tenho de partir ainda muita mais pedra, até que se possa dizer que as coisas evoluíram.
Eu sei que ainda estão muitas coisas mal organizadas, fora dos esquemas que mandam os cânones, a colocação e arrumação de temas está um tanto baralhada, mais parecendo uma salada, mas russa. Lá iremos andando.
O que é certo - e para que o cesto roto não se gabe mais -, terminamos para dizer que uma coisa que nasceu com a ajuda de muitos amigos bloguistas, a quem agradeço os respectivos conselhos e sugestões, que muito ajudaram a que se apresentasse agora e assim, fica pelo menos um número de 12 meses com o simpático (não excepcional) volume de 9.000 páginas visitadas. Uma nota especial para a Aninhas, que me aturou com alguns telefonemas e logo para a Guarda, onde estuda.
É isto o que nos move. OS OUTROS. E é para eles, jovens ou menos jovens, de longe ou na diáspora (e principalmente para estes) que nos dedicamos com afinco a esta tarefa quase diária.
Conto convosco, nas vossas visitas. Ainda não vi alguém que discorde ou que aponte uma ou outra falha. Devia ser feito. Não me importo, porque agradecia imenso. Sozinho nada sei, nada posso. Juntamente com alguém, seremos capazes de virar o mundo de pernas para o ar.
Para todos vai o meu agradecimento e o meu desejo das maiores felicidades pessoais e profissionais.
Obrigado!!!
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