quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Ódio gera ódio

Gestos que traduzem vida e fazem a história



No meio da mediocridade e da luta acirrada pelo seu prestígio, surgem pessoas, humildes e discretas, grandes de seu tamanho interior, com gestos lindos que são sinal de uma vida e de um humanismo que redime misérias. A história não grava todos os nomes, muitos heróis anónimos, mas constrói-se com o contributo de todos eles.
Nelson Mandela foi, durante anos, cidadão de segunda no seu país. A mais não lhe permitia a cor da pele. Empenhou-se numa luta difícil e perigosa contra a discriminação racial, que era a lei anti-humana da sua terra. Foi preso. Esteve vinte e sete anos numa prisão, onde ele e os seus companheiros eram, diariamente, humilhados e maltratados.


Artigo de D. António Marcelino
Pode ver no «Correio do Vouga», secção Opinião, por aqui
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Nota: - Já há dias no «Trangalhadanças» fiz uma referência noticiosa a Nelson Mandela, na altura da comemoração do aniversário da sua libertação e de ter convidado o carcereiro que foi durante o seu cativeiro. Nem de propósito esta opinião expressa por D. António Marcelino àcerca deste facto. Quanto a esta transcrição espero bem que D. António Marcelino me releve este abuso de também ser arauto das suas próprias palavras e pensamentos.
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