segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Já passou um ano!
Eleições Autárquicas
domingo, 11 de outubro de 2009
Eleições Autárquicas
Concluiram-se em Valongo do Vouga, as votações, o escrutínio e os resultados foram os seguintes:
O apuramento dos mandatos é feito segundo as regras do método de Hondt, que a seguir apresentamos: Em linguagem própria, explicamos como funciona.
Divisão ..1 ... ..2 ...... 3...... 4....... 5
PSD ...1239 .. 619 ... 413 ... 309 ... 247
Com este quadro resumido, por não haver necessidade de o estender, verificamos que os números, por ordem decrescente, são: 1239-946-619-473-413-315-309-247-236, que totalizam os 9 mandatos da Assembleia de Freguesia.
Os números 946-473-315-236, são do PS.
Logo o PSD tem 5 mandatos e o PS tem 4 mandatos, que dá o total dos elementos da Assembleia de Freguesia.

Os 5 elementos da inicial A.F. eleitos pelo PSD

Os 4 elementos da inicial A.F. eleitos pelo PS
sábado, 10 de outubro de 2009
Música que encanta e delicia!
Pai-Nosso arrojado
Encontrei esta versão, espanhola, do Pai-Nosso. Como dizem os comentários que estão agregados ao DVD, é interessante esta versão, declamação, musical. Está ali alguém, que com voz forte e firme nos chama a atenção para qualquer coisa da nossa vida. É também, quanto à tradição, uma versão musical de certo modo arrojada e fora do comum. Penso, contudo, que não destoa, tudo dependendo de um facto muito simples: a forma e o modo como queremos ouvir e sentir o que ouvimos.
*****
Avé Maria, Schubert (Pavaroti)
Ou então, para deliciar os ouvidos pela incomparável interpretação de Pavaroti, esta versão de Avé Maria de Schubert. Só espero que tanto uma como outra seja do agrado de quem ouvir estas duas peças. Deliciosas, magníficas!
Eleições de antigamente

quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Igreja Angolana

D. Emílio Sumbelelo, Bispo de Uíje, lembrou as “imensas e múltiplas convulsões populacionais, relacionadas com a guerra”, nos últimos 30 anos, destacando os conflitos inter-étnicos gerados pelas “condições de mal-estar económico e grande desigualdade social”.
Quanto a D. José Nambi, Bispo de Kwito-Bié, o prelado admitiu que “a cultura democrática vai dando passos, embora timidamente”.
“Há políticos desejosos de uma verdadeira mudança da situação, mas outros resistem, são insensíveis e procuram apenas os próprios interesses”, acusou.
O Bispo de Kwito-Bié falou do “analfabetismo no meio rural” e da pouca “educação cívica dos cidadãos”.
Vidas
Era o meu dilema. É demasiadamente duro para ser mais um blogue a reproduzir, mais uma vez, tão repugnante notícia. Mas se nos calamos? Fica tudo como dantes. Então optei pela segunda hipótese. Aqui está o que para muitos é demasiado chocante...
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Eleições Autárquicas

Augusto Martins Barbosa (CDS-PP)
Carlos Alberto Carneiro Pereira (PSD)Como foi dito na altura da criação deste blogue, colocamos uma condição que seria não enveredar pela inclusão de política no seu conteúdo. Continuamos fiéis a esse princípio. Dentro de um trabalho isento e sério, apenas estavam em causa as terras que bordejam o Marnel e o Vouga.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
A lactação
Terras do Marnel
Aspecto das escavações do Cabeço de Vouga, Marnel, Talábriga
Acompanho com interesse o que se tem publicado sobre estas Terras do Marnel, principalmente o que se refere à chamada estação arqueológica do Cabeço de Vouga. Este local, situado aqui a dois passos, tem merecido também algum atrito histórico-arqueológico, que são coisas em demasia para as nossas intelectualidades sobre esta matéria.
Mas deixamos esta questão para acompanharmos o profesor Luís Seabra Lopes, creio que ainda na Universidade de Aveiro, que na sua página adianta curiosos dados históricos sobre o Cabeço de Vouga, citando ainda elementos de autores locais que a este assunto se dedicaram em tempos, nomeadmanete Rocha Madail, Sousa Baptista, além de outros.
Permitam-me, que respigue alguns aspectos da autoria deste conceituado universitário, na sua página «Talábriga - A Capital Romana do Vouga».
«História nacional: Talábriga é uma das mais antigas cidades portuguesas, pois, a sua fundação é anterior à chegada dos romanos (século II aC.); aliás, o único episódio de resistência à invasão romana de que há registo escrito ter-se-á passado precisamente em Talábriga.
História do distrito de Aveiro: Talábriga foi a capital romana da região do Vouga; em torno desta cidade e da rede viária que nela confluia se organizou o mais antigo povoamento da região.
Historiografia: O problema da localização de Talábriga tem apaixonado gerações de historiadores e arqueólogos portugueses desde o século XVI (ver historiografia e notas complementares); claro, quanto mais difícil é o problema, mais interessante se torna!
Em trabalhos publicados desde 1995, julgo ter demonstrado (dizia Seabra Lopes) que Talábriga ficava no Marnel, concelho de Águeda (ver a síntese actualizada). A investigação actual centra-se na rede viária e no povoamento da região do Vouga. Além disso, a Câmara Municipal de Águeda tem promovido, desde 1996, campanhas de escavações arqueológicas no Marnel.»
(Luis Seabra Lopes e mais dados históricos neste endereço)
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
No mundo do trabalho
Trabalho em união e espírito de equipa
Obscuro: - São os que não conseguem passar claras instruções aos subordinados, sobre como, na prática, resolver algumas tarefas, ou então não demonstram ter interesse nisso. A principal característica é que fala muito, dita como quer as coisas, assim, assado, mas não é capaz de demonstrar, por acções esclarecedoras, como são executadas as suas ordens.
Agressivo: - É uma característica que demonstra incompetência e ignorância. Então refugia-se em demonstrações agressivas dirigidas, normalmente, para as coisas produtivas. Em compensação, acerta sempre no alvo quando se trata de um subordinado. À frente de um superior, é um cordeirinho.
Teimoso: - Esta questão demonstra-se quando não quer ser receptivo à influência ou às sugestões. E a conversa com um chefe assim, é sempre difícil. Porque não dá o braço a torcer, porque pensa que perde autoridade, acaba a conversa com expressões desta natureza: «Eu quero assim e é assim que se faz.»
Autoritário: - Julga perder a sua dignidade e posição, quando se “baixa” para pedir qualquer coisa. Então não pede. Só manda: «faça isso! Traga-me aquilo! Venha cá!»
Manipulador: - Têm um jeito extraordinário para influenciar as pessoas sobre quem exerce a sua autoridade de trabalho. É capaz de colocar umas contra as outras, faz com que os outros levem a fazer coisas, mas que, no fim, não assume a sua responsabilidade.
Poderoso: - Este tipo de chefias, normalmente é-lhe concedido pela empresa um certo poder. E depois usa esse poder de forma maldosa e vingativa. Não é capaz de formar alguém que seja seu substituto ou um seu sucessor futuro e até de ajudar a crescer profissionalmente ou em outra área da vida relacional.
Sem sentido de humor: - Não entende, não aceita, não tolera qualquer graça ou brincadeira. O seu mais próximo sentido de humor é o sarcasmo. Se toma a iniciativa de brincadeira, é sempre para humilhar, diminuir ou com a intenção de colocar a nu as fraquezas do outro.
Insensível: - Não sabe, nem demonstra, qualquer sensibilidade ou percepção das coisas e dos desejos ou necessidades do ser humano. O trabalhador, para este tipo de pessoas, não é um humano com virtudes e defeitos, com qualidades e sentimentos, nem demonstra ter interesse pela vida dos outros. Não é solidário e a sua compaixão é mínima ou inexistente e, regra geral, utiliza um impermeável à justiça e à gratidão.
Não sabe ouvir: - Demonstra ser receptor muito fraco para o que os subordinados têm a dizer. Normalmente, apenas utiliza a sua voz para se fazer ouvir.
Inseguro: - Este tipo de chefias consegue camuflar na perfeição a sua insegurança. Por isso, está sempre desconfiado e na defensiva. A sua arma, nestes casos, é a prontidão para represálias.
Desagregador: - Faceta comum. Em vez de trabalhar para a união e espírito de equipa, faz o contrário. Porquê? Porque tem medo de que se voltem contra ele.
Mal consigo mesmo: - Tem demonstrações que afinal não goza de felicidade. Não consegue construir a felicidade e ser feliz. O seu autoconhecimento e autoavaliação são nulos.
*****
Estas demonstrações não acabariam por aqui. Fica apenas esta amostra, que consideramos suficiente. Uma nota final. A bibliografia em que nos baseamos e que no post anterior sobre este tema indentificamos, dá-lhe mesmo o título de Chefes Brutais. Consideramos este título demasiadamente violento.
domingo, 4 de outubro de 2009
Dia Mundial dos Animais
O pachorrento "Cripton" que não é cá de casa
A "Ritinha" no alto, como gosta, sobre coisa fofa. Também não é de casa.
sábado, 3 de outubro de 2009
Distribuir alimentação
A propósito: certamente que já reparou, mais de uma vez ou dúzias de vezes, quanto custa quando o retira da prateleira dos mercados ou super-mercados? Praticamente, senão mesmo, nalguns casos e marcas, o dobro ou mais daquele valor! Ficam, assim, muitas interrogações no ar...Chocou-me ver e ouvir um deles, já de certa idade, que tinha seu filho envolvido na exploração, na função de uma espécie de direcção técnica da unidade que possuía. E dizia este agricultor, chorando que nem uma criança, que lhe custava muito ver partir o seu filho e ter de encerrar a exploração que possuíam.
Em Portugal, parece-me que o panorama não é muito diferente.
A pensar nisto, lembrei-me de pessoa amiga, Fernando Martins, que lançou há tempos no seu blogue - Pela Positiva - uma espécie de campanha a que deu por lema «Uma Ideia para Portugal».
Eu diria, agora, mais que uma ideia para Portugal, será para a Europa, uma vez que, todos sabemos, nesta velha Europa não terá faltado nada o que a muitos nunca, até hoje, terá chegado. É necessário justificar com exemplos? Claro, também se dá: por aí algures no «corno de África» estão crianças que davam tudo por uma garrafa de água pura. Nesse mesmo local, ou próximo, há milhares de crianças a morrer de desnutrição, de fome, além de adultos, que vivem há dezenas de anos em constante guerra civil, como é o caso de Darfur, no Sudão, a Somália, etc.
Do lado ocidental de África, e colocando só em destaque a Guiné-Bissau que conhecemos numa parte, há falta de tudo, ou quase…
Não podia a União Europeia, de modo mais coerente e concreto, entre várias entidades que forneçam e os destinatários que carecem de tudo, enviar os excedentes do continente para estes e outros destinos? Sei que, nalguns casos, já se faz, mas admito que é insuficiente.
A tão apregoada solidariedade tem funções que já não se entendem, ou então trata-se apenas da existência de uma palavra no dicionário, que não traduz, na prática, aquilo que é o seu verdadeiro significado.
Este o modo como sei exprimir o que penso acerca deste caso concreto, num continente onde se esbanjam bens alimentares e, paradoxo dos paradoxos, os produtores desses bens encerram em contra ponto com os que morrem de fome.
E para não falarmos dos casos que temos dentro de portas!!!
Os bons vinhos
No blogue "Copo de 3", cujo endereço pode verificar mais abaixo, inclui uma apreciação de duas ou três linhas históricas sobre o lugar de Aguieira e do Visconde, da Quinta, das vindimas e dos vinhos.
Com a devida vénia, transcrevemos daquele site o que o enólogo diz:
Tonalidade ruby escuro com rebordo violáceo e ligeiramente glicérico.
Nariz a denotar uma boa intensidade, revelando uma grande maturação com muita fruta em compota o que dá logo uma sensação de adocicado no nariz, a madeira está em sintonia com a fruta, suave torrado com baunilha, chocolate negro, folha de tabaco, em fundo mostra ligeiros florais ainda que tímidos em companhia de um toque balsâmico, frescura de conjunto que não deixa cair o vinho num campo enjoativo passado dois ou três copos, mostrando-se guloso e de boa complexidade.
Boca de entrada bem fresca, certo arredondamento com fruta bem presente ao lado de compotas, balsâmico, acidez bem presente que torna o vinho completamente diferente da prova de nariz, mais fresco e menos madurão, o que se agradece. Não mostra grande largura de boca mas apesar de tudo mostra-se de boa complexidade e bem equilibrado no seu conjunto.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
No mundo do trabalho

Agricultura - Bovinos Leiteiros
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
A Palavra do Bispo
D. António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro, destaca mudanças culturais complexas e transformações sociais profundas e considerou que “a vida consagrada e o ministério sacerdotal se vivem hoje em condições particularmente difíceis”, destacando os “contextos de mudanças culturais complexas e de transformações sociais profundas”.
(Foto em 'cartas_ao_portador.blogspot.com')
Notícia da agência Ecclesia que pode ler aqui.
Trilho das Levadas

Gente destas terras - XIII

1 de Outubro-Dia mundial da música
Gosto de música? Claro que gosto, mas apenas aquela que me enche o espírito e alma. Então que tipo de música é esta? Toda a que não se estranha, mas se entranha. Boa música. E dos Beatles? Também. E sinfónica? Uma grande parte dela, que são autênticas obras de arte, tal qual um dos melhores quadros do mais famoso pintor. E coral? Maravilhosa, quando os naipes se encaixam bem uns nos outros e os nossos ouvidos são "invadidos" por uma harmonia celestial.
É assim e deste modo, que eu gosto de música. E para ilustrar e confirmar o que acabo de dizer, lá visitei o YouTube e escolhi, um bocado à pressa, uma música que me soa bem. Espero que a si também lhe transmita algo que o faça gostar, ou gostar mais, da música.
Já regressei do YouTube. Escolhi uma versão de "El Magnificat", um gregoriano de belo efeito, como é, normalmente, toda a música de temas religiosos ou espirituais. Mas não escolhi só por isto. Porque se trata de uma música que interioriza e acalma e, por outro lado, não é demasiadamente longa, para se tornar aborrecida e ser interrompida a meio...

