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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Eclesialmente

Cristãos ortodoxos celebram Natal


Algumas Igrejas Ortodoxas Cristãs continuam a usar e a seguir o antigo calendário Juliano, que precedeu o calendário Gregoriano, que regula o mundo ocidental. O calendário Juliano tem uma diferença de 13 dias face ao Gregoriano, pelo que o Natal se celebra a 7 de Janeiro e a Epifania a 19 do mesmo mês.
.....
Fonte: - SNPCultura, com fotos da celebração do Natal, que pode ver aqui


Tiblissi, Georgia, AP - Igreja Ortodoxa

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A história local

Capela de Nossa Senhora da Paz
- BECO -

Procurando dar a orientação bloguista a que nos propuzemos - Contar e mostrar o que existe em redor - lembrei-me de apresentar algumas notas sobre a capela de Nossa Senhora da Paz, que fica, como geralmente é sabido, situada no altaneiro e histórico lugar do Beco.
Antes desta capela, que ainda hoje tem avultados gupos de peregrinos que a visitam - e estou a lembrar-me, por exemplo, da população de Aguada de Baixo e Mogofores, se não estou em erro - havia uma outra, parece que no Beco de Baixo. Depois investigarei e darei notícias. A visita («obrigatória»), pelo menos de Aguada de Baixo, recordo-me, é no dia 1 de Maio.
Sobre a actual capela, estou a socorrer-me e passo a citar para os devidos efeitos, do Inventário Artístico de Portugal, Distrito de Aveiro, Zona Sul - Lisboa, 1959, que transcrevo em parte:

«Outrora isolada em largo terreiro, que agora (em 1959) se começa a cercar de casas, fica afastada do núcleo antigo da povoação.
A imagem da padroeira, do princípio do século XVI, deve indicar uma fundação pelo menos desse tempo. A grande peste de 1598 trouxe-lhe numerosos romeiros. Seguiu-se a reconstrução do edifício sob a tutela do pároco da freguesia Gonçalo Carneiro sendo inaugurada a 9 de Novembro de 1600. Datado de 1602 está o retábulo principal. No século XVIII, no ano de 1778, foi refeita desde as fundações, segundo diz o letreiro, sendo pároco Manuel Gomes Martins. Todavia já tinha havido no princípio do século uma obra, mais ou menos ampla, benzida em 1716.
Construção corrente, aparentando obra do século XVIII mas conservando elementos antigos; dotada de corpo e capela-mor, porta principal e de travessa à esquerda, vãos rectangulares, abóbada semicilíndrica de tijolo na capela-mor, três retábulos.
O arco cruzeiro é ainda o da reconstrução de 1600, com molduras do tempo e querubins na volta e nas impostas.
A sobreporta mantém a tabela da inscrição de seiscentos e elementos decorativos deslocados. A abóbada da capela-mor poderá ser do mesmo tempo.
Exteriormente dotaram-na de robustos contrafortes, para ocorrer à ruína.

Diz o letreiro de 1600:

SACELLVM DEIPARAE VIRGINI PACIS
CONSECRATVM
GONSALVS CARNEIRO MACIN.ECCL.
AC HVIVS ALMAE DO
MVS PRIOR INDIGNVS POST SACRVM
CELEBRATVM
P.P.L.
5 IN DIE DEDICATIONIS BASILICAE
SALVATORIS
QVI EST.V.ID.NOVEMB.ANN
D.1600 (sic)
FAVENTE VIRGINE,AD PERFECTVM FIM
VSQVE PERDVXIT

O do século XVIII:

A '
1778
IMI
EMANUEL GOMES MARTINS
(prior) ECLEZIE MACINATE HOC SA
CELUM IPSIUS SUMPPTU(M) A FUN
DAMENTIS REF(e)CIT ET AUXIT»

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A nossa história

Igreja de S. Pedro de Valongo do Vouga

Continuando a narrativa histórica deste monumento da freguesia de Valongo do Vouga, há que salientar alguns pormenores do seu interior, onde se reúnem os elementos que mais se destacam e assinalam certos pormenores da sua longa existência.
Na sua grande reforma entre os séculos XVII e XVIII, a igreja ficou com corpo e capela, dois arcos nos flancos, quase juntos ao arco cruzeiro, destinados, como ainda se pode constatar, a altares, uma porta principal e, conforme já referimos, duas portas laterais e frestas altas e rectangulares, conforme explica o Inventário Artístico de Portugal – Distrito de Aveiro – Zona Sul – Academia Nacional de Belas Artes, Lisboa 1959.
De salientar que o arco da direita foi construído na segunda metade do século XVIII, formando capela. O outro arco do lado contrário, só o foi após aquela data, mais recentemente. O tecto da referida capela, da direita, que terá sido construída na segunda metade do século XVIII carece de restauro urgente, sob pena de se perderem e destruírem as pinturas originais, feitas em quartelas, decorados de rótulos policromos e dourados, em estilo concheado, que encerram motivos da Paixão, à excepção de um em que se vê um cálice, anjos adoradores e letreiro eucarístico.
Entre os anos de 1930 – 1935, teve esta igreja uma grande reforma, toda ela subvencionada pela família Sousa Baptista.
Há várias esculturas, a que os especialistas não dão grande relevo, quer artístico, quer histórico, sendo algumas do século XVII, “de pequeno interesse” (sic). De salientar, entre estas, os dois anjos ceroferários independentes, setecentistas, graciosos, mas correntes. O púlpito tem uma singela bacia de pedra e guardas de madeira, em forma de balaústres espiralados. De salientar, o que não consta nos alfarrábios, seria o órgão de tubos, que acabou por desaparecer, desmontado em peças e em bocados. Do mesmo consta o local, com varandim em forma de púlpito e uma placa gravada na parede, assinalando a sua existência ali.
Também no arco cruzeiro, os dois anjos estão em atitude de fazer qualquer coisa dada a posição dos braços. Lembramo-nos que os mesmos tinham longas trombetas nas mãos, as quais também acabaram por desaparecer. E este facto também não aparece citado naquele ou em outro “Inventário” conhecido.

Pia Baptismal-século XVI

Transcrevendo daquela obra acima citada, diremos: «De categoria é a pia baptismal. Trabalho feito em calcário, do princípio do século XVI, época manuelina; posto que não venha das principais oficinas mas da simples artificiania, é obra pouco comum. Dotada de pé curto e secção quadrada, segue traçado octogonal, produzindo um corpo de rectângulos e um de trapézios em ligação com o pé; quatro desses rectângulos são decorados de um busto de criança desnudada, cercada de haste vegetal, os dois restantes só de folhagens; os trapézios do segundo sector são cheios de temas florais diversamente compostos; em cada ângulo do pé há um rosto humano e nas faces folhagens cruzadas.»
E mais abaixo, diz-se: «A custódia de prata dourada é espécie de certa categoria. Pertence ao século XVII e ao tipo de templete. Este é formado de um par de colunas jónicas, postas a cada lado, suportando o cupulim, que Cristo ressuscitado remata; em lugar de pináculos há quatro anjinhos com os símbolos da Paixão; o receptáculo não tem radiação solar mas ornatos curvilíneos; a sub-copa, o pé e a base seguem os tipos correntes, havendo tintinábulos quadrados.»
De referir, por ser ainda de recordação visivelmente recente, que no adro foi o cemitério, sendo retiradas, ainda não há muito, algumas cercas férreas que limitavam a existência de sepulturas. Algumas delas em pedra, tendo sido recuperadas, em obras recentes, algumas delas, que lá estão dispostas em local apropriado para não serem danificadas.
Termina aquele Inventário Artístico referindo que havia uma via-sacra, dos princípios do século XVIII, partia da igreja e ia terminar num cabeço. Este Inventário Artístico dizia, em 1959, que esta via-sacra tinha sido restaurada em parte. E conserva-se uma das cruzes (já restaurada, como outras), ao lado da porta axial da igreja. Havia uma cruz alta, igualmente de grandes braços, junto da zona terminal, que seria no local hoje conhecido por Calvário, além das intermédias, em cada estação da via-sacra.
Este templo sofreu profundas obras de manutenção e conservação, que se prolongaram por cinco anos, sendo responsável o pároco de então, Rev. Padre António Ferreira Tavares. Estas obras foram iniciadas com os trabalhos de cantaria em granito, por pedreiros especializados, em finais de Janeiro de 1984.
Foram substituídos diversos elementos por se encontrarem muito danificados, desde o telhado, até ao douramento da talha dos altares e colunas interiores, feito por pessoal especializado neste tipo de trabalho, em que o sopro era fundamental.
A sagração do novo altar, todo numa peça de granito, foi realizada pelo então bispo titular da diocese, D. António Baltazar Marcelino, numa Eucaristia que teve lugar no dia 12 de Fevereiro de 1989, celebração esta que culminava com a visita pastoral que nessa semana tinha feito à freguesia.
Entre outros elementos, era de destacar os bancos novos com condições adequadas a que as pessoas se sentissem comodamente instaladas. Os anteriores, já muito velhos, destoavam bastante e foi motivo de reparo, pelo menos uma vez, por parte de D. António Marcelino. A propósito, lembro-me perfeitamente de, naquele dia, no fim da celebração, o Bispo de Aveiro, dirigindo-se a todos os Valonguenses presentes, ter dito, mais ou menos, isto: “Agora, sim, graças ao trabalho de todos, tendes aqui uma belíssima igreja”, referindo-se até ao caso dos bancos.
Pode não estar correcto este pormenor, mas, para o caso, pouco importa. O que importa é o facto em si, com mais ou menos uma ou outra palavra.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Igreja Angolana

Bispos angolanos falam no Sínodo

Trabalhos da assembleia marcados por denúncias de exploração de recursos naturais e corrupção



Dois Bispos angolanos intervieram nos trabalhos do segundo Sínodo africano, a decorrer no Vaticano, apresentando alguns problemas que afectam o seu país e se estendem ao resto do continente, como a exploração dos recursos naturais ou a corrupção.
D. Emílio Sumbelelo, Bispo de Uíje, lembrou as “imensas e múltiplas convulsões populacionais, relacionadas com a guerra”, nos últimos 30 anos, destacando os conflitos inter-étnicos gerados pelas “condições de mal-estar económico e grande desigualdade social”.
Quanto a D. José Nambi, Bispo de Kwito-Bié, o prelado admitiu que “a cultura democrática vai dando passos, embora timidamente”.
“Há políticos desejosos de uma verdadeira mudança da situação, mas outros resistem, são insensíveis e procuram apenas os próprios interesses”, acusou.
O Bispo de Kwito-Bié falou do “analfabetismo no meio rural” e da pouca “educação cívica dos cidadãos”.

Ver notícia completa da Agência Ecclesia, aqui

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A Palavra do Bispo

Tempos difíceis para os padres

D. António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro, destaca mudanças culturais complexas e transformações sociais profundas e considerou que “a vida consagrada e o ministério sacerdotal se vivem hoje em condições particularmente difíceis”, destacando os “contextos de mudanças culturais complexas e de transformações sociais profundas”.

(Foto em 'cartas_ao_portador.blogspot.com')
Notícia da agência Ecclesia que pode ler aqui.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Marcos históricos

Relíquias locais



Estas duas fotos não são da minha autoria. Estão em meu poder há vários anos, talvez desde 1989. Foram tiradas pelo António Saraiva dos Santos, um valonguense proprietário da Foto-Pop, em Águeda.
A primeira refere-se a uma casa de arquitectura bastante antiga e rara. É um imóvel a preservar e não deixar que nele e por ele cresçam silvedos e outras invasões da natureza. É imprescindível manter este imóvel. Está situado em Brunhido. Já depois de ter inserido este post, verifiquei que o «Inventário Artístico de Portugal - Distrito de Aveiro Zona Sul, 1959 - Academia Nacional de Belas Artes», menciona, sobre esta casa, o que transcrevemos parcialmente:
«Distingue-se esta antiga vila por uma casa nada comum nesta região, em que o grês tenro é a pedra natural. São os seus vãos de granito. Deve pertencer à primeira metade do século XVIII. (...) As grades de ferro datam do século XIX, posto que tenham certo aspecto de mais antigas, encerrando monograma formado por dois JJ. (...) Desta fachada fica livre uma janela que precede a linha da escada. Todos os vãos são rectangulares. Não tem infelizmente brasão. Reempregaram em casda de tipo corrente, lintel em grês vermelho datado de 1707 ANNOS, com o letreiro: EV ANT/ROIZ//A FIS POR CONTA DE//MEI DA FONSEQVA.» Mais história haveria a dizer sobre esta casa.
A segunda é uma foto que mostra quase metade da igreja de Valongo do Vouga. Abrange, neste caso, uma panorâmica do arco cruzeiro e do retábulo do altar-mor. É uma outra relíquia a merecer atenção, sempre que se mostre necessário.
Sem mais comentários aqui ficam duas relíquias da freguesia e vila de Valongo, para serem apreciadas.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Coisas da Guiné - 10

Bispo fala em «ano traumático»
Vaticano atento à situação no país lusófono
..

Guiné - Mansoa (onde estive pouco tempo) igreja local
Deambulando por estes cantos internautas, dei com uma notícia relacionada com a Guiné-Bissau. Pode não despertar curiosidade, mas sei que me compreendem porque foi, para mim, uma terra que se estranha, mas que depois se entranha.
Depois, tudo o que seja notícia, factos, acontecimentos relacionados com a Guiné, toca-me sempre. Como a tantos outros.
Conhecer aquela terra, quase sem nada, e continuar quase sem nada, com algumas obras necessárias ao desenvolvimento e construídas por terceiros, como foi o caso de algumas pontes, que não existiam quando lá estive, alcatroar estradas, pois alcatrão era "coisa desconhecida" naquelas bandas, salvo os últimos anos antes da independência.
Há testemunhos inseridos em muitos sítios da internet. Impossível mencioná-los todos. Mas menciono um no qual colaboro de vez em quando... tem o endereço electrónico em http://blogueforanadaevaotres.blogspot.com/, constituindo actualmente a maior comunidade bloguista de Portugal e, nem sei, até de outras comunidades.
Concluindo, vi hoje esta notícia sobre a Guiné, e pelas justificações antes referidas, não resisti a dizer-lhe, caro visitador, que a pode ver aqui... (ecclesia).

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Gabinetes de Imprensa na Igreja

Conferência do Pe. Federico Lombardi nas Jornadas das Comunicações Sociais



Pode parecer óbvio, mas julgo não ser inútil recordá-lo como ponto de referência essencial do nosso discurso. Nós não somos propagandistas políticos, defensores de interesses particulares, ou simples profissionais do jornalismo. Somos, em primeiro lugar, crentes e cristãos. O que mais nos interessa é que o Evangelho de Jesus Cristo seja conhecido e compreendido através da palavra e do testemunho da Igreja. Se isso não acontece, perdemos tempo.
Por conseguinte, devemos sempre preocupar-nos para que os conteúdos que nós comunicamos e o modo como os comunicamos sejam coerentes com este Evangelho, que estejam permeados pelo amor a Deus e às pessoas, pela procura do seu verdadeiro bem. Devemos estar absolutamente convictos de que somos servidores do bem dos nossos irmãos e irmãs e que, se por vezes defendemos posições que parecem ir contra corrente, fazemos isso apenas para o verdadeiro bem e a verdadeira felicidade das pessoas às quais a Igreja se dirige. Devemos também compreender que o modo de comunicar, a linguagem respeitosa e verdadeira, têm que reflectir o amor de Deus pelo mundo.

Esta é uma parte da comunicação feita na conferência de imprensa, sobre Gabinetes de Imprensa na Igreja, que está a decorrer em Fátima, na qual participou o padre jesuita Frederico Lombardi e cuja notícia pode ver na íntegra aqui.



quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Usos e Costumes























A Via-Sacra em Valongo do Vouga

Talvez não seja adequado o tempo para falar em via-sacra. Mas pelo menos fica desde já alguma história sobre a via-sacra a que se referem as imagens aqui digitalizadas.
Trata-se de um pequeno folheto onde estão inseridas algumas explicações, e orações, segundo as respectivas estações, já com quase 60 anos de idade! É que tais folhetos foram impressos, como consta nos mesmos, em Janeiro de 1950.
Foi, ainda, o seu conteúdo, utilizado durante alguns anos pelo Sr. Padre António Ferreira Tavares, anterior pároco da freguesia, que depois, segundo cremos, mandou fazer outros com as mesmas características.
O que se pretende com este post é apenas fazer história. Não é fazê-la repetir, pois como diz o povo a história não se repete, (há quem não concorde) porque tudo na vida deve evoluir (o ideal seria que tudo evoluísse no bom sentido).
E fazer história seria recordar não só as vias-sacras de Arrancada e Valongo, mas, principalmente, uma via-sacra, que marcou a minha infância. Passava-se na Veiga, quando de manhã muito cedo, antes de todos começarem o trabalho, ao nascer do sol, era eu sacudido da enxerga e acordado pela monocórdica mas interessante música cantada por grande grupo de pessoas, Veiga abaixo, até ao terreno do Calvário, no início daquele lugar, ali a meia dúzia de metros do entroncamento da estrada Aguieira - Arrancada, a seguir ao cruzeiro do primeiro lugar. É que com familiares que já não são vivos, morei na Veiga durante algum tempo. Naquele terreno, que não estava como hoje está, havia uma série de cruzes e à volta de cada uma, com as respectivas estações, se terminava a via-sacra. Este terreno é propriedade da Junta de Freguesia, cuja área está reduzida a uma ínfima meia dúzia de metros quadrados, quando era, para nós, crianças, um grande campo de futebol, onde se jogava até à hora de ir para a escola.
E nessa via-sacra, destacava-se e bem a condução da mesma pela voz do Sr. Manuel Marques de Almeida, residente na Veiga, como todos sabem.
Neste folheto, já todo rasgado pelo tempo, são ainda visíveis alguns apontamentos feitos pelo referido prelado, que serviam de orientação para levar a bom termo esta cerimónia penitencial na quaresma.
Para recordar, aqui ficam as digitalizações das quatro páginas, tantas quantas constituíam o referido folheto, em tamanho A5, dobrado ao meio. E, como consta no folheto, estava no rol das “Tradições de Valongo do Vouga”, além de outras, que foram muito importantes e de grande impacto, na época quaresmal, nesta freguesia, cuja semana anterior à Páscoa, era chamada a semana das Endoenças, que quer significar, em termos simples e resumidos, “solenidades religiosas na quinta-feira santa” ou, de outra forma, "Celebração eclesiástica da Paixão de Cristo, na quinta-feira santa". Penso que essa tradição extinta era mais que uma "Celebração Eclesiástica" apenas reduzida à quinta-feira da semana santa.
E neste folheto consta uma nota que tem uma ligação importante ao 'Cantar as Almas Santas', como em post anterior já referi. É só verificar, no folheto e no post…

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Os católicos sem párocos

Bispo de Coimbra dá orientações às comunidades



D. Albino Cleto envidou orientações às comunidades na ausência de párocos. As instruções foram divulgadas num texto de orientação pastoral escrito pelo Bispo de Coimbra, para que “em situações inesperadas, urgentes e prolongadas” de um pároco, a comunidade saiba como se orientar.
A necessidade surgiu do facto dos sacerdotes serem cada vez menos, cada vez mais velhos e doentes, o que torna estas situações cada vez mais comuns.


Ver notícia da agência Ecclesia aqui

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