Powered By Blogger
Mostrar mensagens com a etiqueta Angola. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Angola. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Coisas da Guiné - 39

O «Flecha» em Angola

Joaquim  Ferreira Pinto em Angola. E dizia ele
no verso da foto: tourada à Manuel dos Santos... olé...
Estas coisas da Guiné nem sempre parecem o que são. E, no caso de hoje, estando «estacionado» na Guiné, dávamos, por assim dizer, um saltinho a Angola. E era assim que o fazíamos:
Em 1963, a juventude de todas as terras de Portugal estava quase toda  «destacada» em terras africanas, «na defesa das suas províncias ultramarinas».
Ora, da freguesia, era fácil saber e contactar companheiros de escola, de brincadeiras, de passatempos (que os não havia), por essas lonjuras africanas, no que de místico e de mistério têm estas terras daquele grande e rico continente.
Foi assim que me veio parar às mãos esta fotografia, de um companheiro de passatempos dos costelos, das pescas ao cesto, dos jogos de futebol no Cabeço Gordo e de outras coisas mais.
Eu na Guiné.
E quem é o companheiro da fotografia? Falta desvendar....
Chama-se Joaquim Ferreira Pinto, é de Aguieira, foi parar a Angola e daqui enviou-me esta fotografia, como outras que tenho em meu poder. E foi através do SPM, que era, naquele tempo, um dos melhores e mais bem organizados serviços postais que os militares possuíam.
Aquele companheiro, que depois foi também emigrante, se não me engano, na Alemanha, e há já uns bons pares de anos que se encontra a residir em Aveiro, por ali próximo da praça do peixe, na freguesia da Vera Cruz.
Em Angola, esteve na localidade, pelo menos identificada no verso da fotografia, de Buela. Isto em 1964. E entre os amigos da tertúlia era conhecido pelo «Flecha». Lembram-se dele?



quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Igreja Angolana

Bispos angolanos falam no Sínodo

Trabalhos da assembleia marcados por denúncias de exploração de recursos naturais e corrupção



Dois Bispos angolanos intervieram nos trabalhos do segundo Sínodo africano, a decorrer no Vaticano, apresentando alguns problemas que afectam o seu país e se estendem ao resto do continente, como a exploração dos recursos naturais ou a corrupção.
D. Emílio Sumbelelo, Bispo de Uíje, lembrou as “imensas e múltiplas convulsões populacionais, relacionadas com a guerra”, nos últimos 30 anos, destacando os conflitos inter-étnicos gerados pelas “condições de mal-estar económico e grande desigualdade social”.
Quanto a D. José Nambi, Bispo de Kwito-Bié, o prelado admitiu que “a cultura democrática vai dando passos, embora timidamente”.
“Há políticos desejosos de uma verdadeira mudança da situação, mas outros resistem, são insensíveis e procuram apenas os próprios interesses”, acusou.
O Bispo de Kwito-Bié falou do “analfabetismo no meio rural” e da pouca “educação cívica dos cidadãos”.

Ver notícia completa da Agência Ecclesia, aqui

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...