O melhor caçador do concelho de Águeda
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Coisas da caça
O melhor caçador do concelho de Águeda
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Coisas e Loisas - 9
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Coisas e Loisas - 8
A digitalização da montagem feita sobre o andebol do José Correia em InglaterraO José Correia da Silva, que foi um colega de «carteira profissional», que é também um Amigo e reside em Recardães, foi e é uma pessoa ligada às actividades locais e algumas da sede de concelho, fez/faz parte de algumas Instituições, e, principalmente, esteve ligado à actividade desportiva do GICA, na área do andebol. Um dia, mais concretamente em 1994 - recordou-me ele - foi a Inglaterra com um dos seus filhos.
Nós, com o espírito de camaradagem e brincadeira existente, actualmente um pouco menos vulgar que há uns tantos anos atrás, quando ele estava ausente em Londres, pegamos numa página da Soberania do Povo e informáticamente foi feita uma montagem inserindo o que seria um artigo sobre o José Correia da Silva, a sua viagem a Londres e a sua actividade de técnico de andebol e mais umas 'coisitas'. Passados mais de 15 anos, é uma delícia ler a prosa que alguém com espírito e jeito para estas coisas nos deixou. Dizia assim o que está digitalizado, que se transcreve na íntegra.
DESPORTISTA AGUEDENSE NA ALTA RODA DO ANDEBOLO Prof. José Correia representou condignamente o andebol português, na orientação da equipa inglesa, que vai estar presente no Campeonato Europeu da modalidade e recebeu novo convite
Efectivamente não constituiu surpresa, a não ser para os mais distraídos, o convite que a Federação Inglesa de Andebol, dirigiu ao Prof. José Correia, um dos mais prestigiados técnicos da modalidade.
Sabedores das muitas solicitações a que não tem podido corresponder, congratulamo-nos por ver uma das mais importantes Federações Mundiais, solicitar a colaboração deste nosso conterrâneo que, à educação física em geral, tem dedicado a sua carreira universitária.
O Prof. José Correia desenvolveu um trabalho de muito mérito, tendo recebido os maiores elogios dos jogadores, técnicos e críticos que se movimentam nesta modalidade de características tão específicas.
A Federação Inglesa, face ao interesse demonstrado pelo seu departamento técnico, solicitou ao Prof. José Correia que orientasse um curso de reciclagem aos treinadores ingleses, convite que o nosso conterrâneo não pode aceitar de imediato, sem estabelecer os contactos que considera indispensáveis, para conseguir os resultados pedagógicos a que já nos habituou.
A propósito transcrevemos uma passagem da entrevista que concedeu ao jornalista John Alvarázio da BBC.
- Pode rvelar-nos as reservas que o levaram a não confirmar o convite que a Federação Inglesa lhe fez?
- Como compreende, a minha esposa é liberal, mas tenho que ter a certeza que não contraria esta minha ausência por mais 15 dias, que é o período mínimo para que possa desenvolver um trabalho válido. Eu é que sei o fado que tive de cantar, para conseguir esta escapadela...
Por outro lado, tenho que reunir uma equipa técnica que me acompanhe e esteja habituada à minha linguagem e aos meus métodos. Considero que só a colaboração do Prof. José da Costa, na ginástica aplicada, do Dr. Jaime Domingues na didáctica do treino e do Dr. Júlio Pinto, na motricidade humana aplicada ao andebol, poderei corresponder ao convite que muito me honra.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Gente destas terras - 18
A Mónica Silva, ainda pequenina, creio que com o seu 1º troféu na Casa do Povodomingo, 15 de novembro de 2009
Casa do Povo de Valongo do Vouga - 10
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Valongo – Raízes do futebol - VI
No Jornal Paroquial «Valongo do Vouga», de Julho de 1989, o Sr. Carlos Jorge dos Santos Pinho, do lugar de Aguieira e que foi residente em Albergaria-a-Velha durante muitos anos, acrescentava à história descrita por João Lopes Martins, a que nos temos referido sobre este assunto, o seguinte:
Foi utilizada uma parte do terreno a mato que foi roçado, e preparado por desportistas amadores, que almejaram dar uns pontapés na bola, na altura, uns jovens promissores e pioneiros do desporto da nossa terra.
Era conhecido pelo pinhal do «campo de futebol», durante anos e anos sucessivos.
Dessa juventude que realizou aquele estádio, lembro alguns deles: Manuel Rachinhas, Joaquim Celina, Augusto Tatu, António Lourenço, Raul da Aida, Manuel Pinto, Joaquim da Conceição; e outros mais «velhos» e evoluídos no desporto, não só naquele: Augusto Santos, Manuel Joaquim Fernandes Oliveira, Fernando Oliveira, Mário Pinho, António Paula e Augusto Henriques (Arrancada).
Jogou-se ali a bola durante anos que não sei quantos, onde havia disputa de prémios. Foi também utilizado para tiro aos pratos.
Lembro que o filho do proprietário do GRANDE HOTEL da CURIA, o sr. Afonso Costa (entre nós, familiarmente, era conhecido pelo «Afonsito», embora fosse um latagão), deu, naquele mesmo terreno, a comparticipação como futebolista, mas, sobretudo, era uma revelação como um bom atirador; vinha munido de uma máquina manual de lançar pratos, assente no chão, de boas espingardas e de bom cartuchame.
Ao tempo, recordo ainda ligado a este desporto, o estabelecimento do sr. Manuel Fernandes de Oliveira, vulgo, Manuel do Adjuto, onde havia, além do mais, uma secção famosa e sempre bem sortida de artigos de caça. Os caçadores das redondezas e até de Águeda, vinham ali efectuar os seus fornecimentos e colher conselhos e indicações valiosas dos mais experientes.
Recordando… na frente dos meus olhos vejo a imagem do alvo de papel pardo de embrulho, pregado na porta da casa existente na «terra dos moinhos», ao lado da estrada, que abria para aquele imóvel, sendo as espingardas disparadas pelos proprietários junto do muro que havia à margem do rio de Aguieira.
A porta referida tinha e mantinha um «valor» extraordinário: embora de madeira, pesara bastante dada a circunstância dos inúmeros bagos de chumbo, de todos os tamanhos, estarem introduzidos na madeira por milhares de tiros suportados.
Para aqueles AMIGOS que citei e os que da minha geração (poucos já somos!) deles, de certo, se recordam ainda, dou-lhes em amor, a minha vivência de uma lembrança imorredoura!
Ao João Lopes Martins dei esta achega como complemento de uma memória… periclitante já!»
Carlos Pinho
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Valongo - Raízes do futebol - V
Após o campo pronto, colocaram-se as balizas com o auxílio braçal do Orlando Pata, António Lima, Abílio H. Silva e com a dádiva da madeira feita pelo grande amigo José do Carmo. De seguida, reuniu-se a rapaziada, os que jogavam e não só, na loja do Adjuto Matos, e ali foi deliberado os jogos que se iam efectuar. O grupo ficaria a chamar-se «Grupo Desportivo da Arrancada-GDA».

As primeiras camisolas e calções
As camisolas de cor amarela foram adquiridas em Coimbra a 10$00 cada uma, os calções, cada jogador comprou o pano e elástico e o Avelino Verdelha é que os fazia (de borla), os quais eram de cor azul.
Aguieira faz o segundo campo
Tendo mudado de proprietário o terreno da Cumeada onde tinham o seu 1º campo, um grupo de rapazes, desta vez encabeçados pelo José Matos (Hermosa), consegue convencer o António Salgueiro a fazer do seu quintal um campo de futebol. Ali se fizeram muitos e bons desafios; estava-se no ano de 1948.
O lugar de Brunhido esboça também o seu grupo de futebol
O Armando Correia Simões, desportista que era, comprou uma bola (em 2ª mão). O grupo, porque os pais dos rapazes daquele lugar não lhes davam tempos livres, a pouco e pouco foi desaparecendo, agravado ainda com a emigração do Armando Simões, que foi um belíssimo ponta direita do Recreio de Águeda.
O GDA arranja novo campo de futebol
Decorria o ano de 1956, e face ao mau piso do Campo do Cabeço Gordo, os acessos eram difíceis, resolveu a Direcção, nesta altura entrar em negociações com o sr. Urias Carretas, para lhe arrendar uma área de terreno no Rodelo para fazer novo campo. Vencidas as dificuldades e ali construído o parque de jogos, que embora não fosse famoso nas suas dimensões, remediava porque era do melhor piso e mais central.
O GDA muda de nome
Com a iniciativa do José Falcão, elaboraram-se os estatutos a fim de se poder inscrever na Associação de F. de Aveiro. Quando da apreciação e discussão dos mesmos, foi levantada a ideia de passar a denominar-se A. D. Valonguense, para que englobasse toda a freguesia. Essa ideia foi aceite e aprovada em 1959.
Os estatutos são aprovados superiormente pelas autoridades
Depois de aprovados os Estatutos, em 1960, fez-se a sua inscrição na A.F. Aveiro em 1961.
Os primeiros jogos oficiais da A.D. Valonguense
Foram feitos a partir da época de 1962/63, no Campeonato de Promoção.
Novo campo da A.D. Valonguense
Devido às dimensões do rectângulo de Jogo que eram as mínimas no campo do Rodelo, e novamente com a colaboração do sr. Urias Carretas, é feito novo campo no Vale de Silvares, em 1968, sendo ainda o actual, que julgo ir perdurar por algumas gerações.
Cabanões, Abril de 1989.
É natural que esta história não esteja completa. Pode carecer de algumas correcções. Pode conter até imprecisões. Mas creio que o autor deu uma preciosíssima ajuda na história desportiva local. Fica a quem interessar intervir…
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Valongo - Raízes do futebol-IV
A história do futebol na freguesia de Valongo do Vouga, segundo um escrito de João Lopes Martins, publicado em Maio de 1989 no Jornal Paroquial «Valongo do Vouga», continua, pela mão do autor, a constituir um espólio histórico de bastante interesse, que está mesmo a pedir que seja, naturalmente, melhorado.
Primeiro campo definitivo em Arrancada do Vouga – Cabeço Gordo
(Imagem do Cabeço Gordo, em actividade com atletas de palmo e meio - fins anos 50, séc. XX)Assim deu-se início às obras, tendo como tesoureiro e fiel depositário, secretário (do DEVE-HAVER) o António Coutinho Vasconcelos. Mas a pedreira era de tão grandes dimensões, que, apesar do dinamite ali empregue, não se conseguiu o fim em vista com o primeiro peditório e voltamos a bater à porta dos habitantes, agora a nível da freguesia. Receberam-se mais uns contos de reis e muitas ofertas de dias de trabalho braçal e com juntas de bois e vacas, sendo a maior oferta a do benemérito Sousa Baptista, que logo nos colocou à vontade: SE NÃO ACABÁSSEMOS O CAMPO, ele mandaria o seu pessoal privativo fazê-lo, findas as vindimas; o que veio a acontecer, ficando o terreno terraplanado no ano de 1946.
A seguir: Nasce o GDA e a sede improvisada e outras novidades… admito eu...
domingo, 25 de outubro de 2009
Valongo - Raízes do futebol-III
Os encontros com grupos de fora eram feitos no largo da feira, do lugar do Beco, ou então em casa do adversário como na Giesteira, Travassô e Macinhata.
O lugar de Aguieira forma o seu grupo de futebol – Ano de 1931
Foram seus fundadores e jogadores, entre outros, o António Lourenço, Augusto Tatu, Joaquim Celina, José da Conceição.
O primeiro campo de Aguieira (improvisado)
Com consentimento do Exmo. Sr. Conde de Águeda, improvisaram o seu primeiro campo no areeiro da Cumeada.
O segundo grupo de futebol em Arrancada
Em 1932 forma-se outro grupo de futebol em Arrancada, que era constituído praticamente por estudantes àquela data, do qual faziam parte entre outros, os senhores Augusto Alberto Henriques e seu irmão Amílcar, António Bastos Xavier, Flávio Martins (todos de Arrancada) Luís Costa e Augusto Correia Bastos (de Brunhido) os irmãos Sereno (de Lanheses) e Álvaro Corga (de Macinhata).
Desconheço quantos desafios fez este grupo, somente me recordo um, em Mourisca do Vouga, que foi interrompido por invasão do campo, quando Arrancada estava a ganhar.
A primeira bola de futebol em Arrancada

Foi no ano de 1929, que chegou a primeira bola de futebol a Arrancada, para a prática daquele desporto, oferta feita pelo então estudante de Lisboa, Augusto Alberto Henriques. A partir desta data nunca mais se parou de «Jogar à Bola».
O primeiro campo (improvisado) em Arrancada
O primeiro campo foi no areeiro das Picadas, onde havia uma exploração de areia para o fabrico de adobos, os quais mais tarde foram aplicados na vedação da Quinta das Picadas e Rio de Baixo, propriedade do sr. Alberto Henriques.
O primeiro grupo de futebol em Arrancada – 1930
Os jogadores de então e fundadores do grupo eram, entre outros, o José Barbeiro, António da Isaura, Alberto Bôla, Joaquim Manco, Joaquim Pistarrilha, Ramiro (da Veiga), Augusto Tatu (Aguieira).
Valongo - Raízes do futebol-II
Foi nesta secção internauta da «Soberania» chamada "Campeões de Águeda" que encontrei esta imagem. Por baixo, apesar dos semblantes de alguma satisfação pela vitória, a notícia triste que a seguir se reproduz. Esta intromissão não impede a continuação da história de João Lopes Martins, sobre as raízes do futebol na freguesia de Valongo do Vouga.
sábado, 24 de outubro de 2009
Valongo - Raízes do futebol I
No que à freguesia diz respeito, admitimos a hipótese de que pouco ou nada existe escrito sobre este assunto. A não ser a memória de alguns que ajudem a reconstituir a evolução local neste desporto de massas, como é dito.
Por isso, estava a pesquisar elementos a que podemos já chamar antigos, quando me ressaltou, numa das páginas do Jornal Paroquial «Valongo do Vouga», do mês de Maio de 1989, já lá vão, portanto, 20 anos, na página 6, uma história sobre a evolução do futebol em Valongo do Vouga, que tem como autor João Lopes.
Se não me engano, este senhor era residente na altura em Cabanões, mas oriundo de Arrancada do Vouga, e cujo nome completo João Lopes Martins, escrevia, naquele tempo, o seguinte:
«AS RAÍZES DO FUTEBOL EM ARRANCADA DO VOUGA»
Pessoas minhas amigas e desportistas do meu tempo de jovem, insistiram comigo por diversas vezes para que eu escrevesse algo sobre o nascimento do Futebol na Freguesia e em especial no lugar de Arrancada do Vouga, pois, segundo eles, eu era a pessoa indicada, o que me lisonjeia, mas reconheço e sei que existem pessoas na nossa freguesia com mais gabarito literário do que eu para o efeito.
Embora fosse adiando tal pedido daqueles meus amigos, o mesmo não foi esquecido e como se aproxima uma data em que aqueles desejam assinalar com uma homenagem a um vulto que deu o seu melhor pelo Grupo Desportivo de Arrancada, mas conhecido pelo GDA, não desejo de forma alguma privá-los daquilo que tanto desejam saber, mas, antes de o fazer quero deixar dois pedidos, quer aos leitores do «Valongo do Vouga», quer às pessoas que irei citar: o primeiro é apresentar as minhas desculpas por qualquer lapso que possa existir nas datas, e o segundo as minhas desculpas às pessoas que foram jogadores, pois irei tratá-las pelo seu nome e alcunha que então tinham, pois assim será mais fácil identificá-las.
Deverei acrescentar a tudo isto, que irei escrever uma síntese, pois doutra forma era necessário um livro, e com muitas páginas para narrar factos, acontecimentos inéditos, nomes de muitos e muitos jogadores que fizeram o GDA.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
ADV - Aniversário
Capa dos Estatutos aprovados em Set/1960 e imprimidos em 1972 Oficial e legalmente será a partir desta data que existe o Valonguense.
Mas os Estatutos, imprimidos em 1972 e que, julgo, a partir desta data, não houve mais exemplares imprimidos, diz logo no seu artigo 1º que «A Associação Desportiva Valonguense, Agremiação Desportiva, fundada no lugar de Arrancada do Vouga, da Freguesia de Valongo do Vouga, em 1 de Janeiro de 1960, passará a reger-se pelos presentes Estatutos.»
Apesar de imprimidos em 1972, sabemos que tais Estatutos não se encontram actualizados, uma vez que, em algumas Assembleias-Gerais houve matéria que foi objecto de alteração. Não sei qual nem sei quando. Mas o que ali consta é que o clube já era considerado fundado em 1 de Janeiro de 1960.
É ainda curioso transcrever o seu artigo 3º que diz: - «O Clube tem a sua Sede Social na Rua Conselheiro Rodrigues Bastos, em Arrancada do Vouga e o campo de jogos no local denominado "Cabeço Gordo", limite da Veiga, da mesma Freguesia de Valongo do Vouga.»
Está confirmado que os primeiros jogos e respectivos treinos, eram feitos no Cabeço Gordo. Como, aliás, todos sabem ainda.
Na última página do livrinho onde estão redigidas as normas de legalização e funcionamento do clube, está o seguinte:
NOTA:
Posteriormente à homologação dos presentes Estatutos, foi adquirido pelo CLUBE, novo campo de jogos denominado "Campo de Jogos Bastos Xavier" em homenagem à Família Bastos Xavier, pela sua dedicação e contributo valioso que tem dado à Associação Desportiva Valonguense.
Esta nota deixa antever que o campo passou do Cabeço Gordo, para o actual, o que não é verdade, como sabemos. Ficaria melhor esclarecido se fosse descrito que antes da actual localização passou pelo local denominado "Rodelo", propriedade do Sr. Urias Carretas, de Arrancada.
Com algumas deficiências ou imprecisões, trarei aqui uma história contada por um dos intervenientes nos primórdios do futebol na freguesia de Valongo do Vouga. E, apesar disso, é bastante interessante e curiosa, porque ali consta a gênese do futebol na freguesia, talvez mesmo antes do GDA-Grupo Desportivo Arrancandense. São, pelo menos, pormenores muito curiosos, que dão uma ideia como era a vida daquele tempo (início do século XX) e como chegou, como a muitos lados, o bichinho do futebol. Que atingiu também os jovens dos anos vinte, das nossas terras.
Para a comemoração dos 50 anos, deixo, por agora, estas linhas...
domingo, 18 de outubro de 2009
ADV - Aniversário
Com a dignidade merecida e possível, face a circunstâncias especiais que se vivem, lá se juntaram ontem os carolas mais novos e mais velhos, para celebrar 49 anos de "circulação" interrupta da formação desportiva, com bola, do clube que dá pelo nome de Associação Desportiva Valonguense.
Brincar com as fotos:
O bolo do aniversário em destaque
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Desporto adulterado

Baliza-Foto do site da empresa metalúrgica Rofel, com sede em Barrô
É inacreditável o que esta notícia traduz. Quando a encontrei, não me contive em que aqui fosse reproduzida. Tem um vídeo a confirmar a situação. Um atleta (neste caso o guarda-redes), no início do jogo, retira do seu local e afasta alguns centímetros os tubos da baliza de futebol, fazendo com que fique mais estreita que as medidas oficiais. Penso que não é ficção. Veja você mesmo no JN aqui...
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Falando do desporto local
O Ti Chico (Francisco) e a Mónica
Por agora e relacionado com o desporto, o que pretendemos dar a conhecer é apenas um facto curioso, passado há já alguns anos, com o atletismo na Casa do Povo de Valongo do Vouga, que ainda se mantém, com resultados positivos, como se sabe.
Pontificaram e destacaram-se alguns nomes de jovens (e outros menos jovens) da freguesia, (ou fora dela, mas integrando a eauipa) que andaram nas manchetes de jornais da especialidade. Não queria citar nomes, porque certamente posso cair na omissão e, desta forma, criar algumas clivagens pessoais, que não estão nas minhas intenções.
Além dos seniores, destacavam-se alguns jovens, como o caso do Carlos Barrocas, da Mónica Silva e de outros.
Porque é que refiro estes e não outros? Perguntarão ...
E eu explico porquê e penso que vão concordar.
Num dia que não sei determinar, porque não tomei nota, mas que já lá vão alguns anitos, estive na Casa do Povo num dia de uma prova de atletismo que, como sabemos, já se tornou tradicional, com algumas centenas de atletas dos vários escalões em prova, obtinha as classificações que a secretaria de apoio à prova, devidamente organizada, ia fornecendo e, de vez em quando, uns cliques numa máquina fotográfica antiga Pentax, lá ia registando os momentos que considerava mais importantes. Este trabalho era depois publicado em jornais nos quais colaborava.
Num desses raros momentos (e aqui estão os factores importantes desta história), está aqui, em paralelo, as fotos de uma das mais jovens atletas participantes, a Mónica Silva, e um dos mais idosos, o Francisco, mais conhecido nestes meandros atléticos, pelo Ti Chico.
Eu nunca cheguei a saber qual a idade do Ti Chico. Mas sei que andava na ordem dos sexagenários, ou mais. O Ti Chico, que morava em Ovar (parece que já falecido há uns tempos), participava em todas as provas de atletismo do INATEL e cumpria fielmente o percurso, sem cuidar do tempo que demorasse. O que ele queria era chegar, como me disse neste dia da foto, pessoalmente.
E contou-me as provas que estipuladas para o seu escalão etário tinha ganho, os países onde participou e, lembro-me, salvo erro, de me ter dito que ou tinha ido ao Japão ou tinha sido convidado para lá ir. Digo assim, desta forma, para não cair no contraditório…
A mais pequenina, que hoje é uma jovem e simpática conterrânea, a Mónica Silva, não vale a pena falar muito dela. Integrada numa equipa e numa estrutura de prestígio e sujeita a uma disciplina acentuada de trabalho, lá vai andando…
Esta a curiosidade da fotografia digitalizada, que irá ficar para a história local.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
As coisas do futebol
"Felizmente não sou apenas eu a "dar na cabeça" - permitam-me a expressão - de um dos mais importantes cidadãos do mundo da bola. É desse mesmo que estou a falar. Do sr. Joseph Blatter, dono e senhor todo-poderoso do futebol do planeta Terr
a.
Tudo começou por força de um protesto, enviado à FIFA pelo presidente da Associação Dinamarquesa de Futebol, reclamando contra a forma como foram festejados alguns golos na final da Taça das Confederações. E não se pense que nessas celebrações houve atitudes impróprias ou gestos obscenos. Nada disso! Apenas gestos de agradecimento a Deus, por quem tem o direito de n'Ele acreditar, e que não visavam ofender fosse quem fosse."
Artur Agostinho, in Jornal Record





