Powered By Blogger
Mostrar mensagens com a etiqueta tempo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta tempo. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

terça-feira, 30 de novembro de 2010

ABANDONADO!

OLÁ!!!!!

Por enquanto nada justifica que tenha abandonado este pequeno, modesto, mas quase interessante local.
É só para dizer que agora com este tempo, este frio, e outras coisas, o físico não aguenta e tive de ser obrigado a manter estacionada esta actividade.
As infecções e outras coisas a que se chamam gripes, foram a causa desta «forçada» ausência.
Vou procurar, ainda que com alguma debilidade, voltar aqui de vez em quando, procurando manter viva a chama do interesse dos que gostam de vir até estas terras.
Por isso, aqui fica a justificação ou as razões, como queiram.
Mas ainda não chegaram quaisquer perguntas, pois o tempo de ausência também foi relativamente pouco, mas muito para mim, que já me habituei a «andar por aqui».
Deixem-me retemperar, com este gelo!!!!

domingo, 19 de setembro de 2010

Valongo do Vouga em séculos

A história a desaparecer


Dei-me conta de que a história de Valongo - e de outras terras que nos rodeiam, com algumas poucas excepções - sob o ponto de vista monumental, praticamente já não existe.
-Se excluirmos alguma coisa existente no Sobreiro...


-Logo a seguir umas casas em ruínas no Carreiro de Arrancada e até o centro do próprio lugar, onde o cruzeiro e algumas casas atestam algo de excepcional que por ali existiu, mas não tão antigo como nós desejaríamos que ainda fosse...



-O pelourinho já desaparecido do concelho de Brunhido, a atestar a autoridade ali existente, e a Casa da Audiência, que quase já não se percebe que tenha sido edifício público e ainda a rosácea da sua capela, bem como uma demolição recente de uma habitação do século XVII, salvo erro...












-E até, porque não, a Casa dos Talhos, com alguma arquitectura de outrora...


-A Veiga, com a sua capela, a informar que em tempos terá sido localidade com alguma importância humana e estratégica...


-Em Aguieira, uma casa demolida, que deixou de atestar alguma história e até a Quinta da Aguieira, que, sendo histórica, não confirma os séculos de existência desta área geográfica, e até o próprio cruzeiro...


-A Póvoa, com poucos vestígios, excepção feita ao palacete da Quinta do mesmo nome, mas que apenas só está a fazer quase cem anos!


-O lugar de Carvalhal da Portela, entreposto que servia, além de outras coisas para cobrar portagens, com algumas habitações degradadas e a pedirem substituição da história que tiveram...

-Lanheses (Lancheses, segundo uns), que não tem vestígios de qualquer lancha que ali aportava...


-Fermentões (Foromontanos) que existiu e existe agora só em conteúdos de Inquirições de reis e rainhas...


-Resta-nos a igreja, que ainda assim é um dos monumentos que atestam a existência destas terras de séculos...


-E ainda outras terras, que tendo sido bastante povoadas e férteis, mitigando fomes e, com as suas culturas, talvez evitando as pestes que desapareceram com as populações e dos vestígios que poderiam confirmá-las, mas já não existem, citando apenas Viade, Crastelo, até a Quintã em declínio, salvo se alguém restaurar tudo o que resta e transformar toda a área numa aprazível quinta, tão em moda.
-O lugar de Do Fernando (ou A-do-Fernando), onde nasceu o Prof. João Baptista Fernandes Vidal, e que já nem sei como se encontram as ruínas da capela de invocação de S. João Baptista.
-A Pedra Salgueira, que os mais antigos vão identificando o local, porque o conheceram. Mas mais nada lá está.
-O lugar do Ribeiro, onde ainda só se vêm os moinhos que paulatinamente vão sendo restaurados pelo sr. Anselmo de Miranda Pereira e, para o fazer, venceu burocracias, adquiriu toda aquela área de terreno e lá vai fazendo o seu trabalho, coisa que os poderes públicos não fizeram.


*****

Não estou a fazer um levantamento exaustivo das situações que já desapareceram, mas ao correr do teclado, a apontar aquilo que, em memória, vai passando pelo gravador e monitor das nossas imaginações.
Acresce ainda a ausência de literatura sobre a freguesia e algumas das suas particularidades...
Sei que talvez hajam mais coisas a apontar, que já existiram e agora nada resta que confirme que ali moraram pessoas, coisas e animais...
Havia vida... e tudo morreu...
Inexoravelmente, é o tempo...
E a incúria...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Solidariedade - Madeira

Em louvor do Funchal



Ainda não tinha referido nada sobre a Madeira e, particularmente, do Funchal, além de outras localidades da ilha. Faço-o agora, impressionado pelo contraste existente entre o que era e o que agora vemos. Em baixo cito a fonte do texto e fotos.

*****

Um dia, que esperamos não muito distante, a imagem desta baía em ruínas, soterrada hoje em lama e pranto, há-de dar lugar, de novo, à paisagem verdadeira. Passaremos deste inverno intransigente e funesto à clemência de uma estação que devolva ao Funchal a sua luz.
As buganvílias voltarão a estender placidamente sobre as ribeiras os seus braços brancos, rosa, cor-de-vinho; a árvore de fogo do Largo do Colégio levantará mais alto o seu deslumbre; os Jacarandás repetirão o assombro colorido; as Tipuanas desdobrarão, nos inícios de Junho, um incrível tapete amarelo frente a São Lourenço ou na subida de Santa Luzia.

Esperamos que, num tempo não distante, se possa reconhecer, de novo, a limpidez do traçado atlântico do centro, as ruas confusamente populares, o arabesco do mercado, o mesmo desenho de cheiros, a mesma mescla de sonoridades, o brando silêncio que nas praças tem o seu quê de familiaridade tímida, quase cerimoniosa.



Encravado na forma de uma concha há cinco séculos, burgo marítimo de referência, com construção fantasiosa, o Funchal foi a primeira cidade europeia nascida fora da Europa. O resultado é um património humano e urbanístico únicos. Evoca, é claro, o modelo de algumas cidades continentais, mas já é outra coisa, como acontece aos territórios de fronteira. É uma cidade reservada e extravagante, cosmopolita e primitiva, enérgica e indolente. Tanto como outras, mas diferente, de uma maneira que é só sua. Por exemplo, em certas horas vazias, as inúmeras varandas terrestres espalhadas pelas encostas parecem colocadas num imenso navio como os que muitas vezes ali aportam, e sente-se (isto é real) que toda a cidade flutua.

O Funchal é, ainda que isso seja escassamente recordado, uma cidade literária, como Trieste ou Marraqueche: ali não apenas nasceram Edmundo Bettencourt, Cabral do Nascimento, Herberto Helder ou Ana Teresa Pereira, nasceram os seus universos.

Conta-se que o poeta António Nobre gravou a canivete numa árvore do Funchal: “sede de luz como que de relâmpagos”. Um dia, que esperamos não muito distante, chegará a luz.
Fonte:
José Tolentino Mendonça - Texto
© SNPC 25.02.10
SNPCultura - fotos

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Tempo dos Tempos

Danificam o clima!

Gravura do blogue santa-nostalgia.blogspot.com

Cheguei a dar comigo e com a minha cara-metade a fazer comparações com o tempo climatérico que vivíamos no tempo de escola e aquele que agora nos martela. Chegamos à conclusão que na realidade não seria necessário fazer este exercício mental para concluir o que era e é óbvio. O que é certo é que nas conversas caseiras, dividimos e recordamos o tempo na sua essência. A primavera distinguia-se: era mesmo Primavera.

O verão era mesmo o verão típico de calor dentro de uma época. No outono, era o cair da folha e outras coisas. No inverno, em Outubro, princípio de Novembro, já havia geada a rodos. E chuva, muita chuva. Recordamos a primavera com o nascimento das viçosas plantas, verdinhas, flores e ervas que germinavam, os carvalhos e outras árvores com as suas novas folhas. Os primeiros passarinhos, as muitas andorinhas (onde é que elas andam agora?).

No verão, aquele calor próprio, mais seco que agora, mas violento e vinha sempre nos meses próprios. Pouco chovia nesta época. De seguida o Outuno, a maior parte do tempo com rajadas fortes de vento leste a sacudir violentamente os carvalhos do Dr. Augusto Santos, em Aguieira, onde nós, crianças, passávamos algum tempo a juntar as folhas e a fazer grandes resguardos, paredes de montes de folhas, mais parecidas com ninhos um pouco agigantados.

Depois o inverno. Íamos, a maioria, descalços para a escola ou com calçado rudimentar e de fraca qualidade. Como as estradas não eram alcatroadas, fartávamo-nos de partir a «vidraça» de gelo que existia nas poças e nelas se encontravam, até chegar à escola. Eu penso que estou a delirar com estas histórias, porque todos sabem que isto era assim e agora não anda bem. Mas faz-se pouco, ou quase nada, pela mudança das coisas. Vejam as notícias que chegam dos responsáveis que andam a estragar tudo isto, nomeadamente os maiores países do mundo. O homem vai ser o assassino do próprio homem, com mais anos ou menos anos percorridos... e nisto parece que estamos todos de acordo. Até quando, também não sei...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Coisas da Guiné - 16

(Imagem de tornado obtida no Google em antenaparanoica.blogger.com.br)

O tornado
A noite fora de cavalo-de-inferno à desfilada e rasgara-se em dilúvios de entontecer. Eu dormia numa tenda erguida atrás da escola. E com os meus três companheiros tive de retesar os braços e ferrar os dentes raivosamente na lona para a tenda não subir no redemoinho.
Um violento tornado. Ao meio da tarde, o vento rodou para oeste em rajadas fortes. O tornado veio e veio como sempre. Vento e chuva. Nuvens de chumbo escondendo o sol violento, disparado sobre as tabancas, como asas de jagudis, enormes, sinistras. O vento começa de arremeter aos repelões, como touro furioso: escarva, muge, tropeça, arranca. Derruba cerce um tronco seco, arranca um bissilão pujante, leva no assalto a cangra duma palhota, prende-se ao chão num redemoinho de poeira e medos, varre o azul para semear nuvens, tempestades. E as nuvens atropelam-se, alastram-se como um borrão de dilúvio e acabam por estoirar em violências de fogo que se pega à selva, que fende e incendeia o ar morno e cinzento. Então, o vento mais forte, sacode as crinas. O céu estremece e as nuvens desmancham-se em cordas de água que enchem caminhos, bolanhas, tudo. A selva ganha fúrias e as árvores exibem, desgrenhadas, a sua cabeleira verde, sempre verde e gestos alienados. O calor sufoca, mas, quando vem a calma, derrama-se uma frescura muito doce sobre as coisas e as bajudas e o garotio saem para o terreiro a lavar os corpos numa algazarra de quase festa.

(Armor Pires Mota, no seu livro «Guiné, Sol e Sangue», editora Pax, 1968, página 27)
(Esta é uma descrição apropriada e completamente fidedigna do que é um tornado. Mas também deve ser dito que ler é uma coisa e viver a situação debaixo de um tornado é completamente diferente).

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O CONCEITO E A HISTÓRIA DA SEMANA - II

Voltamos ao tema do conceito da semana e dos dias que a compõem. Antes de mais, queremos particularizar os dois dias principais da semana; o sábado e o domingo.

SÁBADO: - É o sétimo dia da semana. Deriva do hebreu Shabbath e do latim Sabbâtu. Em hebreu é ainda conhecido com a denominação de Sabat. Dia consagrado pelos hebreus ao culto e ao descanso. Uma nota para dizer que a morte de Cristo foi um tanto atribulada e controlada quanto ao tempo de execução, pelo que a Sua situação devia ser resolvida na sexta-feira, antes do pôr-do-sol, uma vez que logo a seguir ao pôr-do-sol, era o sábado e nesse dia os Judeus nada faziam nem o julgamento ou o sepultamento de Cristo. O dia de culto já vinha do tempo de Moisés, pelo que este dia está ligado a numerosos acontecimentos de carácter religioso, como a Criação, para o povo hebreu monoteísta.

Este dia também é conhecido, na crença popular da idade média, pela assembleia nocturna de bruxos e feiticeiras, presidida por Satanás. Aí se praticavam conjuras criminosas à meia-noite de sábado.

DOMINGO: - Primeiro dia da semana. Segundo o cristianismo, foi consagrado por Deus ao descanso e às liturgias divinas, instituído para lembrar a Páscoa da Ressurreição e o Pentecostes, ocorridos neste dia. Deriva do latim "dominïcus". É ainda conhecido no latim por "dies dominïcus", que significa Dia do Senhor. Parece-nos, contudo, que nada impede que se lhe chame Dia do Sol, Dia da Luz. Afirmamos isto com base na língua inglesa, que chama Sunday ao domingo. Se em inglês Sun quer dizer sol, luz, e day é dia, entende-se que se pode adoptar esta denominação sem grandes dúvidas, uma vez que já ouvíamos chamar ao domingo o dia do sol, mas não a explicação. Pode ser esta a sua origem. Quadros abaixo sobre o nome dos dias da semana.

O TERMO "FEIRA" NA LÍNGUA PORTUGUESA

O facto de se chamar, em português, aos restantes dias da semana segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira, tem como origem uma campanha da Igreja Católica, que pretendia abolir os nomes pagãos, santificando os dias da semana, como ainda se mantém. Parece que esta campanha no continente europeu só vingou em Portugal. O termo "feria" significa dia de mercado, dia santo, em latim. Ao sentido de mercado que temos na palavra "feira", na idade média os dias santos eram dias de mercado.
Como antes se refere, os dias da semana têm os seus nomes em português devido à liturgia católica, que teve a influência de Martinho de Dume. Este passou a denominar os dias da semana da Páscoa como dias santos, nos quais não se devia trabalhar.

A ORIGEM DOS NOMES DOS DIAS

A seguir apresentamos dois quadros, pelos quais podemos verificar, no primeiro os dias da semana que foram conhecidos de várias formas. O segundo quadro coloca-nos perante os dias da semana, como já foi dito, de forma egocêntrica, tendo como origem, além do latim, os deuses que eram adorados por vários povos.

Duas notas últimas além de outras que omitimos: em alguns idiomas, como no caso do espanhol, a influência católica conseguiu ainda impor o sábado e o domingo.

O imperador Flávio Constantino (280-337 d.C.), após a sua conversão ao cristianismo, mudou o nome de Prima Feria, para Dominica Dies, que foi evoluindo para Dominus Dei, que quer dizer "Dia do Senhor", como já foi dito, acabando na palavra Domingo.

Proximamente abordaremos conceitos de trabalho, duração do trabalho, além de história própria da época da Revolução Industrial.

DIAS DA SEMANA LATIM

Latim Pagão

Latim Vulgar

Latim Litúrgico I

Latim Litúrgico II

Português

Dies Lunae

Lunae Dies

Secunda Feria

Secunda Feria

Segunda-feira

Dies Martis

Martis Dies

Tertia Feria

Tertia Feria

Terça-feira

Dies Mercurii

Mercurii Dies

Quarta Feria

Quarta Feria

Quarta-feira

Dies Jovis

Jovis Dies

Quinta Feria

Quinta Feria

Quinta-feira

Dies Veneris

Veneris Dies

Sexta Feria

Sexta Feria

Sexta-feira

Dies Saturni

Saturni Dies

Sabbatum

Sabbatum

Sábado

Dies Solis

Solis Dies

Prima Feria

Dominica Dies

Domingo

DIAS COMPARATIVOS ENTRE POVOS

LATIM

DEUS ROMANO

DEUS SAXÃO

IDEOGRAMA CHINÊS

Solies Dies

Sol

Sol

Sol

Lunae Dies

Lua

Lua

Lua

Martis Dies

Marte

Tyr

Fogo

Mercuri Dies

Mercúrio

Odin

Água

Jovis Dies

Júpiter

Thor

Árvore

Veneris Dies

Vénus

Freya

Metal

Saturni Dies

Saturno

Saturno

Terra

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O CONCEITO E A HISTÓRIA DA SEMANA - I

Conceito e dados históricos:
Período de sete dias consecutivos que se inicia no domingo e termina no sábado, na maior parte do mundo, principalmente na civilização ocidental.
Ficamos a saber que com esta definição, a semana é um período de tempo, cuja expressão vem do latim “septimâna”, que significa sete manhãs.
Os relatos bíblicos também já nos apresentavam uma unidade de tempo, organizada numa semana, nomeadamente no livro do Génesis, capítulo 1, versículos 1 e seguintes. Penso que convém esclarecer (a maior parte das pessoas sabe-o) que os Hebreus contavam os dias não das zero horas às vinte e quatro horas, como agora, mas do pôr-do-sol ao pôr-do-sol. Por isso, quem consultar a Bíblia no livro indicado, vai verificar que, em primeiro lugar, aparece a tarde e só depois a manhã. Vem mesmo a jeito dizer ainda que a Bíblia deve ser lida no contexto da vida, dos hábitos, dos costumes e da região onde teve origem.


A representação da semana
A ordenação dos dias da semana mundialmente utilizada, tem a sua origem em astros e deuses, em sistema geocêntrico. Existe ainda a orientação influenciada pela liturgia cristã. Neste caso, a semana começa à segunda-feira e termina no domingo, sendo este o dia de descanso semanal para a maioria dos povos. O sábado e o domingo são conhecidos pelos dias de fim-de-semana.


A semana em outras religiões
Além da ordenação antes indicada para os dias da semana, em países de cultura islâmica a semana começa no sábado e termina na sexta-feira, sendo este o dia de descanso para os muçulmanos.
Existe ainda uma terceira ordenação da semana, com fundamentos bíblicos, que é seguida pelos povos da religião judaica e por cristãos sabatistas. Esta semana, como sabemos, começa pelo domingo e termina no sábado, sendo este o dia de descanso para os judeus e os referidos cristãos.
Convém acrescentar que não se devem comparar nem alinhar calendários semanais de diferentes culturas, credos ou religiões, pois, além de desrespeito, retira-lhe a ordenação e o significado das suas origens.


A origem do período de sete dias
A semana deve ser compreendida e aprofundada um pouco no sistema geocêntrico, que referimos antes, pela adoração dos astros, adoração dos deuses, mitologias e crenças, religiões e ciência. Ou seja, tudo aquilo que originou a contagem dos sete dias, a denominação e o significado de cada dia em cada povo e idioma, e as suas relações de um com o outro.
O ciclo lunar tem ainda nesta matéria bastante influência na semana de sete dias, pois algumas nomenclaturas pagãs ou religiosas tem a sua origem astronómica na divisão inteira de 29 dias em quartos, ou seja, um ciclo lunar.


A SEGUIR:
Para não maçar, ficamos por aqui. Logo que possível, abordaremos a origem dos nomes dos dias da semana, a transformação do ciclo de 10 dias do Egipto para o ciclo de 7, a ver se conseguimos, depois disto, entrar na semana da Revolução Industrial.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

O CONCEITO E A HISTÓRIA DA SEMANA

Caros companheiros;



Há já uns dias que não apareço. Mas não me esqueci.

É que após ter escrito o apontamento sobre o fim-de-semana, alguém me desafiou que seria curioso aqui publicar alguma coisa sobre a semana, desde o seu conceito e início, os dias da semana, o tempo de trabalho e a sua evolução.

Acho que é um desafio sério, mas também muito interessante.

Não tenho "bagagem", conhecimentos ou outra formação que me habilite a dissertar sobre este assunto.

Mas se me "ameaçam", também sou capaz de responder, entenda-se, claro, positivamente. E prometi a quem me "desafiou" que iria apresentar aqui mesmo um trabalho sobre este assunto. Assim, há que meter mâos à obra e demonstrar que, quando queremos, somos sempre capazes de alcançar "o objectivo" desejado, utilizando a linguagem futebolística.

Daqui a algum tempo aqui teremos alguma coisa sobre a semana e essas coisas todas.

Até daqui a algum tempo...

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

MAS QUEM INVENTOU O FIM-DE-SEMANA?!

Você já parou para pensar nisso? Há quanto tempo você acredita que existe o fim-de-semana?
5 Mil anos?
2 Mil anos?
500 Anos?
O primeiro fim-de-semana surgiu em 1908 e foi adoptado por uma empresa de moagem de milho, de Nova Inglaterra, para acomodar os trabalhadores judeus que não trabalham ao sábado, e os cristãos que não trabalham ao domingo (porque até Deus descansou no sétimo dia).

Surpreso?
O fim-de-semana começou a ser adoptado por TODAS as empresas dos EUA, e a Europa só o fez somente em 1940! Há apenas pouco mais de 60 anos atrás! E não há 5 mil anos como alguém possa ter imaginado.
O fim-de-semana surgiu depois da Revolução Industrial.

Como funcionava antes de 1908?
As pessoas trabalhavam TODOS os dias, vendiam o almoço para comprar o jantar; ou esperavam que o milho de suas plantações crescesse para poder vender, trocar, plantar.
Hoje, nós vivemos a era da Revolução da Informação, do Indivíduo, do Conhecimento, do Empreendedorismo.
O fim-de-semana cabe dentro desta nova era?
Nem a pau!

Trabalhar de segunda a sexta das 9:00 as 18:00h? Há! Há! Há!
O engraçado é que os milhões de ateus do mundo que comemoram a chegada de um novo fim-de-semana, nem imaginam que a cada 5 dias o mundo comemora a chegada de um novo feriado religioso.
Aqueles que vivem na veia essa nova Era do Conhecimento, já abandonaram há muito o conceito de fim-de-semana.
Que venha o Final do Fim-de-Semana!

Por que não?

Acrescentamos que aqui vai uma sugestão para passar o fim-de-semana ou para o final do fim-de-semana!!! Boa!!! Não é interessante o local? Aproveitem!


(Texto adaptado para português de um blogue brasileiro chamado BIZREVOLUTION)

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...