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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Prof Agostinho da Silva

No Liceu de Aveiro

Prof. Agostinho da Silva

Desde que se tornou mediaticamente conhecido, simpatizava, como outros e muitos portugueses, com este eminente doutorado e professor de filologia e filosofia, que falava 15 línguas e 2 dialectos africanos. Até Direito chegou a ensinar. Ouvia-o com agrado (se é que estou a criar surpresas em alguém por esta "confissão" pública) e segui com regularidade os seus programas no canal 1 da RTP, «Conversas Vadias».

Encontrei um dia destes, conforme uns post's antes deste, uma gravação em DVD de uma dessas entrevistas. Hoje, andava por aqui a vasculhar, como é meu hábito e encontrei isto:

«Agostinho torna-se efectivo do liceu José Estêvão em Aveiro, em 1933. Entusiasta, empenha-se muito para além das funções que lhe eram exigidas. «Tinha criado, por exemplo, uma caixa de apoio aos estudantes» mais pobres e outras acções «incómodas» aos olhos do Estado Novo, explica Helena Briosa e Mota, que está a concluir uma tese de doutoramento sobre Agostinho da Silva e o processo PIDE.»

E o que eu não conhecia, fiquei agora a saber. O professor Agostinho da Silva foi docente no então Liceu de Aveiro, que, penso, era naquela avenida que ia da rotunda de Santa Joana até ao viaduto, hoje conhecida pela Av. 25 de Abril, onde funciona actualmente a secundária.

História mais completa aqui...

domingo, 16 de agosto de 2009

Conceitos em ent(revista)

ENTREVISTA DE MARCELO REBELO DE SOUSA



Nota prévia: - O prof. Marcelo Rebelo de Sousa não necessita de explicações em pormenor para ser apresentado. É que estava de volta dos meus links de jornais, quando noto no «Jornal i on line» uma entrevista que concedeu à conceituada jornalista Laurinda Alves. Não a conheço pessoalmente, mas também precisa pouco de apresentações. Além do conceito referido como jornalista e escritora, fez uma incursão na política para o PE, é uma pessoa que colaborou com alguns serviços da Diocese de Aveiro, nas áreas da formação e dos colóquios. Entrevistou para aquele diário o prof. Marcelo Rebelo de Sousa. Creio que mais palavras são dispensáveis. Não sou, no que se pode afirmar, um grande postulante das opiniões do professor. Os comentários que estão a juzante da entrevista, são da conta de quem os faz, porque nestes dá a impressão que o fazem demonstrando grande dose de razão. Mas é caso para dizer também: «se ninguém fala de mim, é porque não tenho importância ou valia alguma». A entrevista, aconselho a sua leitura, por ser interessante. Deixo aqui este pequeno resumo: Ora clique aqui pf:

Quantos anos lhe apetecia viver mais?
Sou providencialista: aqueles que Deus quiser. Agora, sem ser providencialista, acho que estou aqui para cumprir determinadas missões no domínio do ensino, da comunicação com os outros, da pedagogia e da transmissão aos outros. O Amigo lá de cima decidirá se é daqui a dois, cinco, dez ou 15 anos. Mas eu tenho uma teoria que descobri agora: as pessoas morrem como vivem. Se vivem pachorrentamente, serenamente, morrem assim. Se vivem de forma violenta, abrupta, morrem assim. Há uma frase em latim que diz tales vita finis ita - tal vida, tal morte. O que quer dizer que já há muitos séculos se pensava isso. Eu, como tenho uma vida particularmente agitada, provavelmente vou ter uma morte agitada.

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