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sábado, 25 de agosto de 2012

A nossa história

Respeitando a redacção original, há um livro bastante conhecido e consultado, digitalizado pelo Google e acessível no espaço cibernauta, cujo título se transcreve parcialmente:

COROGRAFIA PORTUGUEZA E DESCRIPÇAM TOPOGRÁFICA DO FAMOSO REYNO DE PORTUGAL
Tomo Segundo offerecido ao Sereníssimo Rey Dom Joam V Nosso Senhor
Autor o P. Antonio Carvalho da Costa
Segunda Edição
Braga:
Typographia de Domingos Gonçalves Gouveia
Rua Nova nº 45
1868

Aveiro - Praça Marquês de Pombal - Governo Civil, com o edifício ao fundo.
Do lado esquerdo foi, até há pouco tempo, a esquadra da PSP, antigo convento das Carmelitas
Ano de 1920
Deste livro, já várias vezes o temos citado e transcrito neste blogue, no que à história e às terras do Vouga ali se encontra descrito. E é bastante interessante esta consulta dada a profusa informação sobre estas mesmas terras e outras.
Hoje deixamos mais um naco dessa história, na digitalização que as limitações e as nossas «habilidades» e conhecimentos informáticos o permitem. Neste naco estão as terras do termo de Aveiro. Desta mesma obra já tivémos oportunidade de ler que, parece, Esgueira seria mais importante do que o local onde se situava a que viria a ser a cidade capital de distrito, hoje conhecida. A evolução inexorável dos tempos.
São interessantes as descrições da divisão administrativa das localidades, como o caso de Fermentões, ali citado pelo nome de «Fromontoes» na freguesia de Lamas. Atente-se na redacção como era a vila de Águeda e seus lugares, com a particularidade de dizer que esta está nas «margens do rio Sardão» As digitalizações estão legíveis e podem facilmente dizer o que falta. Tem o seu interesse.

Clique nas imagens para ampliar.
 

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Eclesialmente

Música para a Princesa Santa Joana de Aveiro

Conta a lenda que, quando foi o funeral da Princesa Santa Joana, assim já chamada no coração do povo, até as folhas das árvores caíram em pranto.
O director do Ensemble Joanna Musica, Mário Marques Trilha, foi à procura de música barroca ligada à filha do rei D. Afonso V que decidiu enclausurar-se no Convento de Jesus, em Aveiro, de onde irradiou a sua bondade, sobretudo para com os mais pobres. E encontrou “um razoável corpus setecentista de peças ligadas ao culto a princesa aveirense”.
O resultado é este “In Monasterio Aveirensi”, que recolhe uma Missa de Santa Joana, de David Perez, e uma Calenda de Santa Joana, de José Joaquim dos Santos, além de outras duas peças com relação indirecta com a princesa e uma última que é criação contemporânea de Marques Trilha.
Uma grata surpresa, que levaria as folhas que choraram no funeral a rejubilar com a música que aqui se nos revela.
......
In snpcultura, que pode ver aqui




sábado, 21 de novembro de 2009

Aveiro - Com polos opostos

Aveiro é o centro da pedagogia social

Quando a cidade de Aveiro está no centro das atenções devido ao processo «Face Oculta», o presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social realça que “há um sistema de corrupção que percorre todo o país”. E acentua: “Concentrarmo-nos na construção do Bem Comum será uma forma de optarmos pela transparência, honestidade, pela responsabilidade de todos e não pelos jogos de bastidores, escondidos, por negócios ocultos que são sempre prejudiciais para as populações e para o Bem Comum”.
O medo e a crise “não podem cercear rasgos de ousadia da caridade e horizontes de esperança para a humanidade” – frisou o Bispo de Aveiro. O Bem Comum não se pode “hipotecar a interesses transitórios de grupos ou a hábeis oportunismos de privilegiados” – acrescenta o prelado.


In Agência Ecclesia, ler notícia completa clique aqui

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Prof Agostinho da Silva

No Liceu de Aveiro

Prof. Agostinho da Silva

Desde que se tornou mediaticamente conhecido, simpatizava, como outros e muitos portugueses, com este eminente doutorado e professor de filologia e filosofia, que falava 15 línguas e 2 dialectos africanos. Até Direito chegou a ensinar. Ouvia-o com agrado (se é que estou a criar surpresas em alguém por esta "confissão" pública) e segui com regularidade os seus programas no canal 1 da RTP, «Conversas Vadias».

Encontrei um dia destes, conforme uns post's antes deste, uma gravação em DVD de uma dessas entrevistas. Hoje, andava por aqui a vasculhar, como é meu hábito e encontrei isto:

«Agostinho torna-se efectivo do liceu José Estêvão em Aveiro, em 1933. Entusiasta, empenha-se muito para além das funções que lhe eram exigidas. «Tinha criado, por exemplo, uma caixa de apoio aos estudantes» mais pobres e outras acções «incómodas» aos olhos do Estado Novo, explica Helena Briosa e Mota, que está a concluir uma tese de doutoramento sobre Agostinho da Silva e o processo PIDE.»

E o que eu não conhecia, fiquei agora a saber. O professor Agostinho da Silva foi docente no então Liceu de Aveiro, que, penso, era naquela avenida que ia da rotunda de Santa Joana até ao viaduto, hoje conhecida pela Av. 25 de Abril, onde funciona actualmente a secundária.

História mais completa aqui...

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