António José Ferreira Bastos - Perdido e achado no Douro, Enólogo por vocação, na empresa Mateus & Sequeira, Vinhos, SA

O mister do seu trabalho já foi reconhecido a nível nacional e internacional, com diversos prémios e foi contemplado, na Revista CRISTINA, com uma reportagem exclusiva sobre as vindimas, no Douro.
Com a devida vénia à redacção deste já conceituado e prestigiado órgão de comunicação, permitimo-nos respigar algumas passagens, complementado com a digitalização de algumas fotos inseridas nesta reportagem de bom nível.
Com subtítulos "NO DOURO A VINDIMA É MAIS ELEGANTE", "NÉCTARES", "AMOR AO VINHO", e em cada um abordando um tema vincado com as vindimas, o tratamento das uvas, a sua escolha até terminarem todas as operações que contribuam e sejam causa da obtenção de bom vinho, "o enólogo António Bastos tem a sua teoria. Assegura que o vinho aproxima as pessoas. Num jantar de amigos é imprescindível. Na cozinha abre o apetite e é de opinião que o vinho está na moda".
E continua: "Todos os dias bebo vinho. Não me lembro de um único dia em que o não tenha feito. Até quando estou doente sabe bem. Tenho vinho de borla e pagam-me para beber... Ou melhor, pagam-me para provar, assim é que é!" (gargalhadas).
Antes explica as várias fases do tratamento da uva e esclarece que desta tudo se transforma, até para fazer as coisas mais estranhas e impensáveis. A matéria prima de que é feito o vinho, tem também aproveitamento para outras coisas, desde as tradicionais aguardentes até aos cosméticos.
É muito interessante ficar a conhecer o que é e como é a vida de um enólogo. Está sempre em actividade, porque toda a gente lhe pede para fazer sempre uma prova, mesmo nas confraternizações em que participa. E para que o trabalho e, consequentemente, para que a empresa tenha sucesso, o segredo é "amor, sacrifício e dedicação."
Já somos consumidores, há anos, da embalagem hermética do «Cabeça do Pote». Outras qualidades superiores, não lhe podemos chegar e já nos damos por satisfeitos com esta.
Aquela reportagem da conceituada Revista, cuja figura principal é um jovem de 40 anos, destas terras, é gratificante sabermos que o Tó Zé se alcandorou ao mais alto nível da produção de vinhos de grande qualidade, a nível nacional e internacional, precisamente no exagerado coração da primeira região demarcada do mundo e Património Mundial da UNESCO. E isto justifica e aumenta a sua responsabilidade e competência.
Aconselhamos vivamente a leitura desta magnífica reportagem. Porque engloba um filho da terra? Mas é claro! Não fazemos publicidade. Enaltecemos o trabalho de quem viu crescer um valor e uma competência local.
Se alongasse mais o que é dito na Revista CRISTINA, afugentava, tornando-se alongado e, necessariamente, fastidiosa a leitura aos meus visitadores.
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