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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A economia e a solidariedade europeia

Esta foto é do mesmo blogue aqui mencionado.
O título: Os submarinos em boas mãos.
Leia no mesmo endereço que abaixo se indica.
O título acima é de minha autoria.Um autor escandinavo, no seu blogue, trata este tema de uma forma muito simples, em linguagem acessível e que todos entendem. As informações dizem que é um jornalista amigo de Portugal. A escrever português como escreve e a saber o que sabe dos «bastidores» portugueses, não deve oferecer dúvidas.
Porém, não sendo intenção misturar aqui a política com a história das nossas Terras, acho, contudo, que como disse na página anterior, não podemos esquecer a nossa missão de informar.
Gostaria que visitassem este blogue, escrito em bom português, que até parece ter sido escrito para português entender. E, em conclusão, aquilo que é muito simples. Estamos «lixados» e não sei até quando. Vejam aquela de se pedir emprestado, a alto juro, àqueles a quem devíamos... e muito.
O título do artigo, que pelas informações até mim chegadas, parece ser de um especialista muito conhecedor dos problemas portugueses, a opinião é expressa num artigo cujo título é A CRISE QUE EMPURRA A EUROPA PARA A DIVISÃO.
É LINDO... VAI SER LINDO... VER A EUROPA (DES)UNIDA!


 

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Cidadania

Enviezado


De vez em quando não faz mal algum enviezar o conteúdo e enveredar por outros temas, também eles de uma importância e actualidade que, mais tarde ou mais cedo, também vão fazer história. É o caso. Vejamos:

«Desconfiar em tudo e todos parece o caminho mais fácil, mais do que acreditar na força atractiva do Oceano, no grande mar povoado de tempestades onde já se escreveu história. Ernest Renan escreveu que cada nação assenta num consenso centrado não só sobre o que recordar mas também sobre o que esquecer. Eu receio que continuemos a centrar o português nessa hiperamnésia de valores que atravessam os discursos e as práticas quotidianas.»

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Comemorar Feriado Monárquico

1 de Dezembro de 1640



É de recordar também, quer se concorde ou não, esta data. No mesmo plano de igualdade em que se comemora a república de 1910. E isto foi em 1640! E é uma data que orgulha muitos portugueses, pelos feitos que originou e por aquilo que de patriótico representa.
Mas qual quê? Virem-nos retirar a nossa independência? Era o que faltava!
Com este tipo de linguagem, até parece que sou um apaixonado pela Monarquia. Mas não a desprezo.
Então afinal em que ficamos? Republicano? Também não sei bem o que é isso, relativamente à Monarquia. O que sei é que os republicanos existentes antes e ao tempo de 1910, e até mais tarde, eram muitos e entendiam que o regime monárquico era um exagero em várias quadraturas da vida política e social do país.
Isto para ser sintético, que é factor que hoje estou a admirar. Sintetizar as coisas.
Também não entendi muito bem, em termos comparativos-justificativos, porque é que o dia 1 de Dezembro continua, num regime republicano, a ser comemorado. Eu compreendo, porque saiu daquela atitude de meia dúzia de portugueses em 1640, de gabarito altamente patriótico.
Então para que continuemos a ser Portugal, independente, daqui a mais há quase 900 anos, justifica ter-se assassinado uma pessoa, representante de Espanha e apodado de traidor, Miguel de Vasconcelos, para devolver aos portugueses o que há umas centenas de anos já lhe pertencia e porque esta história era acentuadamente evidenciada nos nossos tempos de escola geracionais.
Então, contrariando o que muitos por aí vão profetizando e admitindo que seria melhor que este país podia ter sido, ou seria mais uma região de Espanha (o Afonso Henriques que não se zangasse com a mãe) talvez isso tivesse acontecido. Mas orgulhosamente português, sou e serei.
E se o que fica dito acontecesse, a história teria dado uma volta de 180 graus, a Espanha não seria Espanha, Portugal não seria Portugal e talvez existisse um país único, que possivelmente fosse a Ibéria (sem aviões).
Esta é a minha linguagem para exprimir e assinalar este dia, pelo qual também me orgulho.

Porém, se pretender saber mais história sobre este dia, clique por aqui
E veja, porque nunca é demais saber, a página da Casa Real de Bragança, por aqui

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Política de confusões

Jornal Nacional- TVI às sextas



Quem manda na TVI, mandou suspender o programa denominado "Jornal Nacional" apresentado por Manuel Moura Guedes, jornalista na e daquela empresa, e divulgado às sextas-feiras. Em vez dos comentários que aqui tive, que nada concluíam, remeto os meus visitantes para a opinião expressa por uma pessoa que já foi o maior responsável daquela estação de TV, Pais do Amaral, que está no Diário de Notícias. Clique aqui e veja... a opinião .
Só que tal programa acabou por ser apresentado hoje, por outra pivô, mas com a mesma linha editorial. Vá lá a gente perceber isto. É mesmo uma confusão de política, confusão de políticos... ou política de confusões... com tanto barulho e tantas acusações à mistura!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Um país sob suspeita...

...Onde vale a pena viver!

Portugal dos pequeninos (Coimbra)

Portugal atravessa um período difícil. Ninguém está a salvo da mais reles suspeita e a justiça está no centro do furacão, alimentando com gasolina este incêndio descontrolado que ora beneficia uns, ora prejudica os mesmos. Procuradores (ou seja, investigadores) e juízes sempre andaram de mão dada numa insalubre intimidade - são formados na mesma escola, o Centro de Estudos Judiciários - que afecta a credibilidade da justiça, fragilizando os arguidos e corroendo o Estado de Direito. A estes, juntam-se os jornalistas que, com o impulso justiceiro de dar notícias em primeira mão, deixam-se levar ao sabor das migalhas que recebem, sem medir os efeitos das informações parcelares que divulgam como se fossem sentenças. Confunde-se tudo, atingindo e destruindo reputações pessoais e, pelo caminho, arruinando a confiança sobre a qual repousa o futuro de um país. Sem confiança, não há, no entanto, futuro, apenas terra queimada, cinismo e descrédito.



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