Powered By Blogger
Mostrar mensagens com a etiqueta Eclesialmente. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Eclesialmente. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Frei Bento Domingues

Sou um "irregular" apreciador das crónicas deste ilustre Teólogo, que normalmente faz no jornal «PUBLICO». Como porém os seus temas não cabem na orientação deste blogue, nem por isso são de excluir que um ou outro possam ser aqui postados, pelo interesse que suscitam. Bastante interessante, numa linguagem simples, a que nos habituou, vai «mostrando» como afinal as Escrituras são interpretadas e descobertos alguns «segredos». Ou não existisse a Teologia. E este, agora, como uma seta dirigida à situação que actualmente vivemos. Sem mais comentários, que não são necessários. Se tiver vontade leia...
Para ampliar, clique na imagem, como de costume....

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Eclesialmente

Dialogando

Admito que ninguém leva a mal (embora tenha o direito de discordar, mas sem molestar, porque é assim a liberdade), mas o responsável por este blogue ainda sou eu, se provocar um pequeno desvio e apresente o conteúdo de uma digitalização, cujo conteúdo nos despertou alguma curiosidade. Quer concorde ou não, aqui a deixamos para apreciação. 

Clique na imagem para ampliar

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Eclesialmente

Comissão Diocesana da Cultura de Aveiro promove "Diálogos na cidade"


A Comissão Diocesana da Cultura de Aveiro prossegue a 31 de janeiro o primeiro ciclo “Diálogos na cidade”, com a conferência “1.ª República e a Igreja Católica”, proferida por Mons. João Gonçalves Gaspar, na Paróquia de Santa Joana, às 21h00.



Ler mais clicando aqui.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Irmandade de Nª Sª da Conceição

400 anos de invocações


A Irmandade de Nossa Senhora da Conceição, é das mais antigas da freguesia, no que não apresenta dúvidas.
É uma das mais antigas do concelho e da região. Os documentos existentes comprovam que a sua oficialização e reconhecimento se deu em Roma, «junto de S. Marcos, no ano da encarnação do Senhor de mil seiscentos e dez, aos nove de Setembro, aos seis anos do nosso Pontificado.», atestava o Papa Paulo V, como consta no seu primeiro estatuto o breve deste Papa, com aquela data.
Já em Março de 2009 apontávamos aqui este facto como sendo de grande significado local e não só. Seria uma Irmandade que carecia de uma pesquisa histórica mais aprofundada por pessoas devidamente habilitadas a trazer a público mais um naco da história local e ficar condensada num volume único.
Tanto mais este trabalho se justifica se, com realismo, se olhar actualmente para a sua decadência, conduzindo, infalivelmente e realísticamente, à sua extinção. Depois disso, pouco ficará, certamente.
Mesmo assim, remando contra algumas marés, que não é de estranhar mesmo passando pelas coisas da fé e da religiosidade, os elementos actuais desta Irmandade vão dignificar a data, nos dias 8 e 9 de Dezembro, como é da tradição e dos propósitos estatutários e da vontade de alguns.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

São Martinho

Não é só castanhas e vinho...


Nem sempre o ditado corresponde com alguma realidade. Mas o dia de S. Martinho é diferente. Há muitas lendas e muitas histórias àcerca de S. Martinho.
O que se sabe dele é que nasceu numa localidade fronteiriça da Hungria, uma vez que o pai era militar, como o eram todos os homens de idade superior a 16 anos e até aos 40 anos.
S. Martinho não fugiu a esta situação obrigatória. Aos 16 anos foi para a vida militar. Mas aos dez anos, já sentia a necessidade de se dedicar à vida monástica. Porém, não podia deixar de ser militar, senão quando atingisse os 40 anos de idade.
E assim aconteceu. Logo que completou esta idade, despediu-se do exército, foi ter com um amigo, Santo Hilário, em Poitiers, França. Vai primeiro a Itália rever a sua família, converte a mãe e outras pessoas e depois é expulso por causa dos Arianos e regressa a França onde funda uma comunidade monástica na localidade de  Ligugé, a 6 Kms. de Poitiers.
Diz a lenda que aos 10 anos inscreve-se como catecúmeno (aspirante a cristão). Como era de uma bondade extrema, não podia ver ninguém sofrer. E a lenda acrescenta que um dia, já militar, ia a cavalo e viu um pobre, andrajoso, cheio de frio, e pegou na sua espada, rasgou a grossa capa que vestia e a metade deu-a ao pobre para se agasalhar. Diz-se, mais tarde, que esse pobre era o próprio Jesus Cristo, porque em sonhos recebera uma mensagem dizendo que ele, Martinho, o encontrou nu e que o vestiu. Esta é a ideia do que muito se tem escrito a seu respeito.

Não cabia aqui neste modesto, simples e pequeno resumo, tudo o que consta àcerca da biografia e das histórias de S. Martinho, que faleceu no ano 397, dois ou três dias antes do dia 11 de Novembro, em Candes, perto de Tours.
O pai era um oficial romano e Martinho nasceu no ano 316, na Panónia, uma região perto da Hungria, como antes se refere.
São Martinho é o patrono dos alfaiates, dos cavaleiros, dos pedintes, dos restauradores (leia-se hoteis, pensões, restaurantes), dos produtores de vinho e dos alcoólicos reformados, dos soldados... dos cavalos, dos gansos, e orago de uma série infindável de localidades, que vão desde França, até à Europa Central (Croácia, por exemplo) e à América do Sul.
E ficamos por aqui... 

(Redacção com base nos textos que lemos em vários sites e blogues existentes na internet)
(Fotos obtidas na net)

Eclesialmente

O filme «Des hommes et des Dieux»
 «Dos homens e dos Deuses»
Grande Prémio do Festival de Cannes
De: Xavier Beauvais

Nota de apresentação do «Público»

Oito monges católicos franceses vivem em harmonia com a população muçulmana, até que, progressivamente, a violência e o terror tomam conta da região. Apesar das ameaças, os religiosos decidem resistir ao terrorismo e ficar. Esta é a história verídica dos monges de Tibhirine, raptados e assassinados por um grupo de fundamentalistas islâmicos durante a guerra civil argelina, em 1996.

Alguém que tenha visto o filme quer comentar aqui?



Conforme blogue «Religionline.blogspot.com/»

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O gigante e o anão




D. António Marcelino






O senhor da China passeia-se disponível pela Europa, no meio de manifestações a favor e contra, para comprar as dívidas dos países falidos ou à beira da falência, e propondo-se assinar acordos que lhe permitam acessos sempre crescentes e sem regresso. Quem só vê o dinheiro que precisa, nem se interroga sobre a fonte que o produz e como se acumulam biliões num país com milhões de pessoas forçados a viver como escravos. Para ajudar a Europa virá agora dinheiro de um país que tem o último Prémio Nobel da Paz na prisão, milhares de trabalhadores expropriados na sua terra, gente sem voz para reagir à injustiça, muitos que vivem sob o fio ameaçador da pena de morte, verdadeiros proletários obrigados a produzir sem direitos, milhões de cidadãos proibidos de sonhar com uma vida livre. Mas, como se diz que o dinheiro não tem cor…

In Correio do Vouga de 10 de Novembro de 2010

Eclesialmente

Ser católica na política


Soa-me sempre um pouco estranho quando me perguntam como é ser católico na política. Fico a pensar em que particularidade haverá quando comparado com ser católico no trabalho em geral ou em casa ou com os amigos ou com as pessoas com quem casualmente nos cruzamos na vida. É diferente?


Num instante - é pouquinho -  leia o resto aqui...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A nossa terra

Bispo D. Ximenes Belo nestas terras


Como foi profusamente noticiado, o Bispo Emérito de Dili (Timor-Leste) e prémio Nobel da Paz, D. Carlos Ximenes Belo, vai estar na freguesia no proximo dia 23 de Novembro (terça-feira).
Por volta das 11:30 horas será recebido na sede da Junta de Freguesia.
Seguirá para a Fundação Nossa Senhora da Conceição, desta freguesia, visitando os seus utentes e ali lhe será servido o almoço.
Por volta das 14 horas vai até à escola EB2,3, na qual está elaborado um programa, com uma sessão solene com a participação do presidente do Agrupamento, António Portela, do presidente da Junta (Carlos Alberto Pereira) e do presidente da Câmara (Gil Nadais). O Bispo D. Ximenes apresentará uma comunicação sobre o tema «Direitos humanos - defesa e violação».
A participação dos alunos também se encontra prevista com algumas actividades adequadas, com um cordão humano e música.
Está prevista a presença das individualidades locais, nomeadamente do Presidente da Câmara e presidente da Junta, além dos elementos do Agrupamento, como antes se referiu.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O Tempo

Luís Miguel Cintra lê o Eclesiastes



«Todas as coisas têm o seu tempo. E todas passam debaixo do céu, segundo o termo a que cada uma foi prescrito.
Há tempo de nascer e tempo de morrer. Há tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou. Há tempo de matar e tempo de sarar. Há tempo de destruir e tempo de edificar. Há tempo de chorar e tempo de rir. Há tempo de se afligir e tempo de saltar de gosto. Há tempo de espalhar pedras e tempo de as ajuntar.»


(Terceiro capítulo do livro do Eclesiastes lido pelo ator e encenador Luís Miguel Cintra na Capela do Rato, em Lisboa).


Acompanhe o vídeo desta leitura no SNPCultura aqui
Pode ver ainda os dois anteriores vídeos

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O Diálogo


Este folheto, distribuído todos os domingos na Paróquia da Glória (Sé), de que distinguimos a primeira página, é uma folha A4, dobrada (ficando, como é lógico em tamanho A5), sendo a primeira do comentário ao Evangelho do respectivo domingo ou celebração, e as restantes páginas são notícias, actividades e, na última, informações sobre o que se passa em todos os dias da respectiva semana. Certamente que muita gente conhece. Mas fica a intenção de dar a conhecer. Outras paróquias adoptam o mesmo sistema com outros nomes ou por outras vias.
Passada a apresentação, para ampliar clique na imagem e leia, se quizer, o conteúdo.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Portugal Infantilizado

"  Diálogo em tempo de escombros"  ao vivo


 Ao contrário de outras partes da Europa, Portugal permaneceu rural, paternalista, autoritário, bastante infantilizado e com sistemas eleitorais restritos, já que os seus protagonistas não tinham confiança num povo que não educavam.
No meio destas vicissitudes manteve-se com grande consistência uma rede de humanismo, que é o nosso melhor capital para o futuro.

(D. Manuel Clemente, Bispo do Porto)
*****

Não faz mal algum conhecer a opinião de outras pessoas.
Desde que exponham ideias com razoabilidade, honestamente e abertamente.
De alguma conversa desconexada, andamos nós pelos cabelos.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Usos e Costumes

Romeiros de Ílhavo no Sobreiro
(Nª Sª das Necessidades)

No seguimento do mencionado no anterior post, continuamos esta «visita intrometida» ao Boletim Paroquial «Valongo do Vouga», para dele respigar o que já terá constituído uma das maiores manifestações de religiosidade e de fé que, creio, nestas redondezas só terá sido suplantada pelas visitas, em dias anualmente determinados, das populações de Aguada de Baixo e de Mogofores à Nª Sª da Paz, do vizinho lugar do Beco. E da Senhora do Socorro, no Bico do Monte, em Albergaria-a-Velha, aqui a dois passos.
Como se dizia naquele periódico, perde-se nos tempos, talvez de séculos, que dos lados de Ílhavo, grandes e numerosos grupos de romeiros vinham ao Sobreiro, à Nª Sª das Necessidades, em cumprimento de devoções e promessas. Como quase tudo na vida, as tradições e manifestações populares vão-se perdendo e vão sendo substituídas por outras actividades, discutíveis, claro, como é apanágio em tudo o que aparece de novo. O antigo tem o seu valor insubstituível, porque, na maioria dos casos, não se repete.

Aspecto da capela de Nª Sª das Necessidades no Sobreiro

«Todos os anos no dia 8 de Setembro, um grupo, mais ou menos numeroso, vem marcar a sua presença junto da velha imagem de «Nossa Senhora» no Sobreiro. Este ano [em 1976], nesse referido dia, três autocarros com mais de cem devotos, aqui vieram.»
Segue-se uma lista extensa, mas talvez incompleta, dos nomes de alguns desses devotos que em 1976 ainda cá vieram, que não vamos transcrever por variadíssimas razões, entre elas, as que tocam o aspecto restrito e pessoal. E termina assim este apontamento:
«Alguns dos romeiros já vêm ao Sobreiro desde crianças, altura em que acompanhavam os seus avós e eles também agora já se encontram nesse mesmo escalão etário e familiar.
Por estes cálculos, já alguns visitam a «Senhora das Necessidades» há mais de cinquenta anos e desejam fazê-lo enquanto tiverem forças para isso. Abençoado sentimento de fé que vai mantendo tais tradições.
Todos estes romeiros asistiram à Santa Missa, onde muitos comungaram e cumpriram as suas promessas.
Após o cumprimento desta devoção secular, seguiram em viagem para a praia de S. Paio da Torreira. Que voltem todos e muitos anos são os votos que aqui expressamos.»

segunda-feira, 26 de julho de 2010

A Partilha Fraternal

Na semana passada vi algo na televisão que muito me incomodou.
Tratava-se de um reportagem realizada numa paróquia do Norte de Portugal, em que as pessoas protestavam pela mudança e consequente saída do seu pároco, fruto de uma decisão que a todo o tempo os Bispos têm de tomar, obviamente, para uma melhor organização das Igrejas locais.
Não será esta uma partilha fraternal, que nos faz mais unidos, mais Igreja?
Não será bem mais belo e cristão, fazermos uma linda festa de homenagem e despedida àquele de quem tanto gostamos, e juntos, em alegria, irmos acompanhá-lo à sua nova missão?
Que seria da cristandade se as comunidades que Paulo visitava e com as quais ficava, o retivessem e não deixassem sair em missão para outras comunidades? 


Ler a opinião completa, clicando aqui

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Para iniciar este dia

Deus (não) existe

“Deus (não) existe”, de Antony Flew, é um dos mais recentes lançamentos da Alethêia Editores que narra o itinerário do “mais célebre filósofo ateu” até ao Divino .
O excerto que apresentamos de seguida foi retirado do capítulo intitulado “Uma peregrinação da razão”, que abre a segunda parte da obra (“A minha descoberta do Divino”).



PF leia mais aqui

terça-feira, 6 de julho de 2010

Deus é feio ou é belo?

A arte é, se quisermos, a narração visual da experiência de encontro com um rosto, uma palavra, uma imagem verdadeiramente visível porque incarnada. São Paulo irá mais longe, completando cristológica e cristãmente a doutrina da “imagem-ícone” de Deus desenvolvida em Génesis 1,27 («Deus criou o ser humano à sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem e mulher»). De facto, ele afirma que os cristãos, como filhos adoptivos de Deus, são predestinados a serem “uma imagem (eikôn) idêntica à do seu Filho, de tal modo que Ele é o primogénito de muitos irmãos” (Romanos 8, 29). O cristão é, por isso, imagem da imagem de Deus e a arte é o ícone da imagem da imagem, pois através dos vários rostos humanos ela recompõe o rosto de Cristo que é revelação do rosto divino.

Leia mais aqui

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Eclesialmente

Profetas sem mordaça

Tal como acontece todas as semanas, no jornal diocesano «Correio do Vouga» (opinião), D. António Marcelino, bispo emérito de Aveiro, costuma ali mencionar alguns escritos opinativos de sua autoria. Com a qualidade e competência que lhe é reconhecida, as suas opiniões são sempre cáusticas, mas concretas. São de discernimento simples, porque a vida só a complica quem tem vontade de a complicar. E sucessivamente por aí adiante...
Desta feita, o título e o tema é aquele mesmo que está antes. Profetas sem mordaça, que pode consultar onde está assinalado.
Dado o facto de ser leitor quase assíduo destas opiniões de D. António Marcelino, tenho de acentuar algumas passagens que ali se encontram a marcar o cunho pessoal de uma pessoa que sempre olhou de frente os problems dos outros, da sua vida, das consequências, nunca olhando a meios para afirmar o que, para todos, é concreto e correcto.
Porque como «A vida nem sempre foi fácil para os profetas. Perseguidos, amordaçados, calados, apedrejados, eles remam sempre contra a maré. A consciência da responsabilidade nunca os deixou sucumbir ante as dificuldades. Proibidos de falar, respondem, convictos e decididos: "Não podemos é ficar calados".
E a seguir o que considero serem os mais marcantes pensamentos sobre estes profetas, diz assim, D. António Marcelino:
«Ser profeta não é para os ambiciosos de poder, os obececados por carreiras vistosas, para os que só se ouvem a si próprios. Só para os que cultivam um ideal elevado, têm uma personalidade forte, estão marcados pelo sentido do dever, são humildes e corajosos.
Os profetas incomodam sempre o poder, tanto o civil como o religioso. Jogam fora do sistema. Não o canonizam nem o favorecem. Os guardiães do sistema não gostam de quem levanta problemas, denunciam mazelas, aponta caminhos novos. A gente do sistema quer ficar na história, sonha e prepara o pedestal da sua estátua. Os profetas olham o futuro dos outros, sonham uma sociedade mais justa e fraterna, resistem ao tempo.»

Originais e sábias palavras que assentam quem nem a luva, como se costuma dizer, em muitas passagens da nossa vida. E até da minha, que pouco incomoda aos outros, mas da qual também já fui profeta naqueles termos.
E afirmo com veemência e verdade, que não fui profeta da desgraça. Mas de tudo o que ali consta, já esteve pendente na minha cabeça, e na própria pele, com todas as consequências, inclusivé as de assédio, com resultados e consequências atrozes e demasiadamente prejudiciais na minha carreira desta vida que fenece.
Este é o caminho, as provas e os espinhos que Deus coloca na nossa estrada para nela caminhar. E não desisto nem cultivo ou sou possuidor de outro sentimento. Percorrerei essa estrada... custe o que custar! Mas sempre fiel àqueles princípios, nem que para isso sinta o sofrimento da pele, da carne, dos ossos... como já aconteceu.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Eclesialmente

Alberto Vaz da Silva e a questão de Deus


Intervenção de Alberto Vaz da Silva na mesa-redonda «Deus: questão para Crentes e não-Crentes», organizada pela comunidade da Capela do Rato (Lisboa).
É preciso olhar para os episódios da Bíblia como se fossem experiências vividas por nós, e não experiências que se passaram há séculos, que já ouvimos descrever 50 vezes. Cada pessoa tem uma filha de Jairo, um paraplégico, um cego de nascença dentro de si própria. Em vez de palavras sábias e filosóficas, temos de pensar em imagens.




Pode ver este comentário e, principalmente, o vídeo, no SNPCultura, aqui

Nota: Como estamos em plena vivência da Páscoa, penso que não fica mal aqui estas opiniões de pessoas com conhecimentos e vivências várias para as ouvirmos, como a do Ricardo dos «Gato Fedorento» que está antes. Não quer dizer nada, mas faz bem ouvir, porque também é uma virtude saber ouvir, principalmente as pessoas com outras visões da vida e do que entendem sobre o mundo e o que fazem nele.

terça-feira, 16 de março de 2010

Eclesialmente

Ricardo Araújo Pereira e a questão de Deus


Intervenção de Ricardo Araújo Pereira na mesa-redonda «Deus: questão para Crentes e não-Crentes», organizada pela comunidade da Capela do Rato (Lisboa).

1.ª parte: "Para nós, ateus, a morte é um sono sem sonhos e nós continuamos com um mau perder em relação a isso. Não é fácil. E por isso, onde é que eu vou buscar conforto? À Bíblia (não sei se já ouviram falar). Especialmente a um dos meu livros favoritos, que é o do Eclesiastes."

2.ª parte: "[No livro do Eclesiastes] o tempo e o acaso acontecem a todos por igual. Era uma óptima pessoa – morreu. Era uma péssima pessoa – morreu também. (...) Eu juntei uma enorme fortuna – morri. Eu adquiri imenso conhecimento – morri a seguir. Eu fui muito bom para o meu semelhante – morri. Fui péssimo para o meu semelhante – morri também.” (...) “O trabalho de humorista é fazer as pessoas rirem-se do facto de, por mais maquilhagem que ponham na cara, é àquele estado que vão chegar.”


Fonte: SNPCultura, clicando aqui... E veja os vídeos!
Se ouviu e viu os vídeos da palestra de Ricardo Araújo Pereira, não temos mais comentários a fazer. Nem são necessários. É a realidade, que ele, Ricardo, também percebe e que nos coloca... a nós, crentes e não crentes... servida de bandeja... um dia!

quinta-feira, 11 de março de 2010

AS CINZAS DA QUARESMA

Sermão de Quarta-feira de Cinzas

Excertos da leitura do Sermão de Quarta-feira de Cinzas, do P. António Vieira, lidos pelo actor Luís Miguel Cintra na Igreja de Santa Isabel (Lisboa), a 4 de Março de 2010.

Duas coisas prega hoje a Igreja a todos os mortais, ambas grandes, ambas tristes, ambas temerosas, ambas certas. Mas uma de tal maneira certa e evidente, que não é necessário entendimento para crer; outra de tal maneira certa e dificultosa, que nenhum entendimento basta para a alcançar. Uma é presente, outra futura, mas a futura vêem-na os olhos, a presente não a alcança o entendimento. E que duas coisas enigmáticas são estas? Pulvis es, tu in pulverem reverteris: Sois pó, e em pó vos haveis de converter. Sois pó, é a presente; em pó vos haveis de converter, é a futura.



Pode ler mais e ver vídeo no SNPCultura aqui

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...