quinta-feira, 30 de junho de 2011

Festas da vila

Culturvouga 2011


Este cartaz não foi aqui postado há mais tempo, porque o original é de dimensões abastadas, de tal forma que não tinha equipamento para digitalizar em tamanho adequado à sua publicação aqui.

Pedi a pessoa amiga, que já o tinha «arquivado» convenientemente, e enviou-me um mail para aqui dar conta, também, da existência de um vasto programa de realizações de índole cultural, recreativo e festivo, que pretende ser prato forte das comemorações do segundo ano da elevação a Vila da freguesia de Valongo do Vouga.
Estas realizações não foram levadas a efeito no ano passado, pelo facto de um acontecimento que «tocou» a todos na freguesia, e que se relacionou com o acidente de viação, em Lamas do Vouga, vitimando três pessoas, duas delas aqui residentes.
Ora, postas estas considerações, vamos à consulta do programa, que é aliciante...

Clique na imagem para ver melhor o programa. Obrigado!

A Junta de Freguesia na história - 79

A casa da escola

Edificio da escola EB1 de Valongo

A Junta de Freguesia, nos longínquos idos anos de 1915, há quase cem anos, andava às voltas com a construção da nova escola.
Com as necessidades que se faziam sentir, a falta de meios que na época não era permissiva, levantavam semnpre as mais sérias dificuldades à concretização do que hoje se diz, com propriedade, «uma das mais elementares necessidades dos homens: o direito à cultura e ao saber.»
A acta da sessão extraordinária de 31 de Janeiro de 1915 que ...«aberta esta sessão, tendo o presidente exposto novamente o motivo desta reunião, e que era a apreciação das propostas dos concorrentes para a construção da primeira tarefa (diga-se, primeira fase, talvez) da casa da escola, bem como....». A partir daqui a fotocópia não deu mais possibilidades de leitura.
Mas a acta da sessão de 28 de Março de 1915, referia que «...foi resolvido reenviar ao Ministério da Instrução, devidamente instruído, o processo que dele baixara e em que esta Junta pedia subsídio para a construção da casa da escola. Igualmente foideliberado consultar o Governo, pelo Ministério da Instrução, sobre se ainda estará em vigor a lei de vinte e sete de Junho de mil oitocentos sessenta e seis, no que se refere à venda e aforamento de baldios para construções escolares.»
Quer dizer: havia uma lei de 1866 que certamente autorizava a alienação de bens próprios desde que aplicados na instrução. E desse facto legal queria a Junta aproveitar-se, pela enorme área de que foi proprietária em termos de terrenos e árvores que no seu perímetro geográfico chegaram a existir. E isso dava para a escola e muito mais...

Blogues da freguesia - 18


Há já um certo tempo que tínhamos descoberto um blogue com origens na freguesia de Valongo do Vouga. Apresenta-se com um certo aspecto enigmático, mas, apreciando bem, está ali mais um acervo artístico, apelativo e condizente com os seus «proprietários/autores».
Claro que, também, com esta redacção, pretendo colocar mais um pouco de enigma, de interrogação, mas, pela apresentação, certamente que será muito fácil identificá-lo.
Nós ajudamos...
Ele tem que ver, quer no conteúdo quer nos objectivos, com um outro blogue, designado por «A Poesia da Isamar».  (clique aqui no sublinhado) Agora já lá chegam!
O seu título (ou nome) é: Handmade with Care by Lucybel
Mas o seu endereço aqui fica: http://handmadewithcarebylucybel.blogspot.com//
Vá até lá...
Vejam o seu conteúdo que é bastante interessante.
Em tempos de crise são de aplaudir e incentivar estas iniciativas...

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Brumas da memória - 6

Valongo do Vouga
Prolusão

Moradia a que se refere o Pe. Francisco Dias Ladeira. Na pág. 269, acrescenta: Tem, o Brunhido, um dos mais belos prédios da região. É dos princípios do séc. XVIII, cantaria de granito, sacadas com mísulas, de cornijas e lintéis, janelas de avental, no rés do chão, cunhais apilastrados, com um minúsculo nicho da imagem num recanto de pilastra, muito espaçosa, varanda com telhado apropriado que a envolve e à escadaria, parapeitos de ressalto, pés direitos seguidos de colunas toscanas, tudo muito bem estudado e executado. Agora, só restam as fotografias. Eclipsou-se a mais bela moradia.

Prolusão, termo utilizado pelo Pe. Francisco Dias Ladeira, que se dedicou à recolha histórica do concelho de Águeda, quer dizer prelúdio ou preâmbulo, no seu livro Município de Águeda, volume II, que referente à freguesia de Valongo do Vouga, escreveu assim:

*****
Rosácea séc. XIII-XIV
Vinculada às primeiras na história, arte, arquitectura, indústria, progresso e turismo, embora alfabeticamente a última, das vinte. Dois municípios no seu perímetro paroquial, o restante fraccionado por três julgados, apresenta as mais belas moradias medievais, uma rosácea medieval, séc. XIII-XIV, única na Bairrada, talha exuberante a artística na sua matriz, sem menosprezar os motivos manuelinos da mesma, fazem de Valongo uma terra altamente turística. Sem ofensa Brunhido, a terra do Conde D. Pedro, possui uma das mais belas moradias do distrito. Um aglomerado tão evidente conduz da sede do Julgado de Vouga, para o seu meio ambiente a abertura dos pelouros, a realização das praças e afins e mesmo a casa da roda, para o problema dos órfãos.

*****

Este pequeno texto poderia dar origem a vários comentários complementares. Nomeadamente no que se refere a Brunhido que «possuía» uma das mais belas moradias do distrito (moradia medieval, entenda-se), mas que infelizmente foi demolida. E lá se perdeu a mais bela moradia, que agora aqui deixamos, mais uma vez, em fotografia.

Um registo especial

Faleceu a Fátima

Era assim, com este título, que o jornal da paróquia «Valongo do Vouga» registava o inesperado acontecimento. Alguém escreveu com o seu punho e com o coração o que lhe ia na alma, quando o jornal de Julho-Agosto registava este acontecimento.
Faz hoje 19 anos que «fugiu» do nosso convívio esta jovem. Foi no dia 23 de Junho de 1992 quando a notícia chegou de Coimbra.
Se faço este registo, aqui e agora, neste mesmo dia, no qual, coincidentemente, se celebra a Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, mais vulgarmente designado por Dia do Corpo de Deus, é apenas para lembrar esta jovem, que acompanhei nas nossas actividades e com a qual descobri que tinha uma belíssima voz.
Além de melodiosa voz, a sua forma de estar, quando cantava, transmitia uma interpretação cheia de emoção, como que querendo dizer que estava a viver e a sentir a letra e a melodia do que cantava. Mas dizia sempre que não era capaz...
Consegui que num dia de comunhão solene ela cantasse, sózinha, vestida a rigor, em cima de um banco (porque ainda era de pequena estatura, comparada com a silhueta que depois lhe conhecemos), um cântico muito antigo: Vinde, vinde, criancinhas...
Mais poderia dizer, mas penso que é melhor resguardar, apesar do tempo decorrido, outras manifestações que são só nossas. Este registo especial, com a digitalização possível do jornal «Valongo do Vouga» da sua fotografia.

Tal como aconteceu a quem escreveu a referida notícia, também não quero deixar de registar aqui os versos do túmulo de D. Maria Mascarenhas Bandeira Teles Mancelos Pacheco (uma das Meninas Mascarenhas), que foram mandados gravar pelo Visconde de Aguieira, com que o Pároco terminou a sua homilia, e que dizem:

ANJO QUE A DEUS PERTENCIA
POUCO A TERRA HABITOU.
NO CÉU TINHA A PÁTRIA SUA,
PARA OS CÉUS ALFIM VOOU.
........
Recordemos a figura, a simpatia da Fátima, filha de Rosindo dos Santos Maçarico Jorge e de sua esposa Natália da Fonseca Corga, residentes na Aldeia.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Brumas da memória - 5

Párocos da freguesia

Segundo António Simões Estima, no livro «De UALLE LONGUM a VALONGO do VOUGA», Subsídios Monográficos, edição patrocinada pela Casa do Povo de Valongo do Vouga, 2003, cita, além da história inerente à situação, uma relação dos nomes do padres que serviram na freguesia e paróquia de Valongo do Vouga, desde 1637. E respigamos, pela curiosidade e pelos hábitos que fenecem com os tempos, o que diz a páginas 145:
......
Vista lateral da igreja paroquial de Valongo

«Inicialmente, os padres que serviam na freguesia de Valongo eram denominados de vigários, conforme consta das Memórias Paroquiais, de 1758. Esta designação consta, conforme nota de rodapé, na Torre do Tombo. Vol.38-M.35. Fls.189.
A igreja de Valongo era governada por uma Comissão, denominada Confraria do Santíssimo Sacramento, como tudo consta do respectivo livro de actas, datado de 1 de Fevereiro de 1887, assinado pelo seu Presidente e Juiz, José Xavier Pereira Simões. Nesse mesmo ano, por Alvará do Governador Civil do Distrito de Aveiro, a respectiva comissão foi dissolvida.»

Mas em 24 de Junho procedeu-se à eleição de nova Comissão, da qual, por sinal, foi eleito o mesmo Presidente e Juiz.
Agora a lista que acima se refere, é a seguinte:
Em 1637 - Vigário António Ribeiro
Em 1721 -Vigário Ambrózio de Oliveira Gama (nome citado nos estatutos da Irmandade de Nª Sª Conceição)
Em 1755 - Vigário José Pinheiro de Almeida
Em 1800 - Reitor Joaquim Rodrigues Seabra
De 1873 a 1875 - Reitor António Tavares de Oliveira
De 1887 a 1892 - Reitor Manuel Henriques de Santa Rosa
De 1892 a 1893 - Reitor Bernardino Martins Pereira
De 1893 a 1896 - Padre José Duarte de Almeida Martins (foi da Veiga)
De 1896 a 1910 - Padre José António Neves Calado
(Este nome, quanto a nós, está assim indicado, talvez por lapso e carece de correcção. Nas actas da Junta dos finais do século XIX, princípio do século XX, aparece mencionado, como presidente da Junta de Paróquia, o «reverendo prior João António Nunes Callado», cf. acta de 24 de Abril de 1898 e seguintes).
De 1910 a 1936 - Padre Celestino de Almeida Branco (foi da Veiga)
De 1937 a 1939 - Padre João Maria Carlos
De 1939 a 1948 - Padre Manuel Rodrigues Pinheiro
De 1948 a 1973 - Padre Manuel Vieira de Oliveira
De 1973 a 2001 - Padre António Ferreira Tavares
A partir de 2001 - Padre João Paulo Sarabando Marques

Outra curiosidade, da mesma obra de António Estima:
Os clérigos residentes na freguesia, em 1776, cujos nomes ali estão descritos, eram, no total 14, e 1 Diácono. O Jornal «Valongo do Vouga» menciona este facto histórico.
Pelas datas acima mencionadas, o meu baptismo terá sido ministrado pelo Padre Manuel Rodrigues Pinheiro.
Curiosidades desta terra e da sua história...

quarta-feira, 15 de junho de 2011

As Meninas Mascarenhas

O LIVRO - XLV

Foi deixada, em 23 de Maio passado, uma ideia sobre o fim da permanência, no Porto, do Dr. José Joaquim da Silva Pinho com a chegada à sua casa de Jafafe.
E dizia ele que regressava depois de dias de tortura de uma aventura de romance. Retornava ao seu lugar de repouso e paz.
No jardim da Quinta de Aguieira
Reabriu o seu escritório, continuou, portanto, a exercer a sua profissão de advogado e ainda existia, como ele diz, o concelho de Vouga e um julgado ordinário, cuja sede era em Arrancada do Vouga.
Aqui se deslocava com frequência e não faltava a nenhuma audiência no tribunal, duas vezes por semana. O curioso, era a distância entre Arrancada e Jafafe, comparada com as condições hoje existentes. Por isso, ele denunciava que quando estas deslocações se verificavam, pernoitava em Aguieira, que era a povoação próxima de Arrancada e mais longe de Jafafe.
Em Aguieira passva longas horas a conversar com Joaquim Álvaro (o futuro Visconde de Aguieira), saindo ambos à noite, por ser mais discreto, pelos caminhos e pelas florestas da Quinta.
O que ambos diziam - cita o Dr. José Joaquim da Silva Pinho - nas suas expansões amigas, prevendo o futuro, nem ele nem o Dr. Pinho se recordam, à data da feitura desta narrativa, tão sinceras e tão leais eram!
Mas as injúrias e alguns desacatos à família Pacheco Teles não tinham cessado. Esta família era motivo de uma perseguição das autoridades concelhias e seus sequazes, e o Dr. Pinho teve que sustentar uma enérgica oposição a tais actos dos representantes do governo e contrários às leis vigentes.
Fala-se, a parir de certa altura, na necessidade da emigração, mas ia-se adiando esta decisão. Até que os irmãos Velosos, do Porto, comunicaram para Aguieira que uma barca inglesa, de que era consignatário Pedro Ransam (que aqui já foi citado por várias vezes), estava prestes a largar para Bordéus e se Joaquim Álvaro mantinha o propósito de se retirar para o estrangeiro, a ocasião não podia ser mais propícia. Convocou-se um conselho de família e foi resolvido que Joaquim Álvaro devia seguir esta solução. Trataram-se dos pormenores da viagem e no dia em que a barca saía a barra do Porto estavam as Meninas e o seu tutor, à beira do mar, perto de Valadares, junto à capela do Senhor da Pedra, à espera da barca.
Ao início da tarde, um belo navio, bem arqueado, pintado de vermelho, velas enfunadas, saía a barra e tomava o rumo do sul. Por alturas do Senhor da Pedra, o barco abrandava e as velas foram arreadas. A embarcação ficou parada sobre as águas e um lindo bote foi descido do convés, com quatro tripulantes, dirigindo-se à praia.
O mar estava muito encapelado, com ondas alterosas e os marinheiros lutavam desesperadamente para passar por cima das vagas altivas e só depois de um grande esforço dos seus braços de bronze conseguiram chegar a terra.
As órfãs ficaram pálidas de medo, e Joaquim Álvaro hesitava entregar-se e as órfãs ao acaso de uma pequena travessia com o mar encapelado e pondo em risco as suas queridas pupilas.
Vamos ver em próximo post como as coisas correram...

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Variando

Belíssima interpretação

Havia já algum tempo que não apresentava alguma coisa diferente, mas na linha daquilo que apreciamos. Um amigo, e conterrâneo também, enviou este vídeo, que deixo para delícia de quem gosta destas coisas.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Um registo especial

O acidente do Gomes

Como não tinha colocado na agenda este acontecimento (que não gostaremos de recordar), passou a data fatídica do acidente que vitimou este jovem do lugar do Toural.
O fatídico acidente de motorizada aconteceu no dia 5 de Março de 1984, no cruzamento da estrada do Toural com a que segue para Santa Rita. O local, hoje, tem uma rotunda. Esta tragédia aconteceu a poucos metros da residência dos seus pais, com os quais residia.
Este jovem, com um promissor futuro, viu gorados os seus sonhos de forma brutal e inesperada. Como inesperada, é, quase sempre a morte.
Era um empenhado dinamizador do Grupo de Jovens, da Catequese e não faltava a qualquer actividade ou formação. Fosse em Mira ou em Aveiro, respondia presenta à chamada do Secretariado Diocesano para a Pastoral da Juventude. Fez parte do Conselho Pastoral Arciprestal de Águeda.
Lembramos que no seu funeral, realizado no dia 7 de Março, muitos jovens diocesanos marcaram presença e as exéquias tiveram a participação do Pe. José Fidalgo, como assistente daquele Secretariado Diocesano.
Se esta recordação é triste, é, também, a prova de que não esquecemos as pessoas, nem que seja, relembrá-las, também, por este meio.
Era filho de António Rodrigues Gomes e de Maria dos Santos Ferreira. Irmão da Raquel.

(Fonte: jornal «Valongo do Vouga», de Abril de 1984)

sábado, 4 de junho de 2011

Brumas da memória - 4

Águeda - cidade episcopal

      Ter sido cidade episcopal, parece que não constitui qualquer novidade histórica. Também não é 
essa a intenção em dissertar sobre este aspecto histórico e outros. Que a tanto não ajuda o pouco que sei e vou lendo.
Na Corografia Portuguesa, do Pe. António Carvalho da Costa, que por aqui temos referido, desfolhei umas tantas páginas e dei com este apontamento histórico.
A seguir coloco em português actualmente mais adequado, que é assim:
«Consta este Termo [de Aveiro] de catorze lugares principais que chamam Ouvidorias; seis dos quais são Freguesias, e tem seis Companhias da Ordenança. Ficam promiscuamente entre as mais Vilas da Comarca nos sítios, que chamamos da Serra, do campo da Bairrada, e da Gelfa, na forma que depois declararemos. Nestes lugares e outros anexos contam-se 1627 vizinhos, pelo modo seguinte.
Albergaria, Freguesia da invocação de Santa Cruz, Curado, tem 521 vizinhos, que se dividem pelos lugares «Sobreyro», «Silho», «Frias», «Valmayor», «Mouqueira», «Samarcos», «Fontão», «Rendo», «Samarcos de bayxo».
Águeda foi antigamente Cidade Episcopal, chamada Emineo, cujo primeiro Bispo foi Possidonio pelos anos do Senhor de 589, está nas margens do rio Sardão com famosa ponte, e foi fundada pelos Celtas Turdulos, e Gregos, 370 anos antes da vinda de Cristo: tem 113 vizinhos com uma Igreja Paroquial da invocação de Santa Eulália, Priorado rendoso da Casa de Aveiro, e estes lugares anexos, «Souralvo», «Ferreyros», «Casainho de bayxo», e «Casainho de cima» e «Varziella» com fermosas mulheres.»





Esta era a descrição da obra da Corografia Portuguesa, da autoria do citado Pe. António Carvalho da Costa. Nada de estranho ali consta, para além dos lugares, de que alguns, pelos nomes, se me torna um pouco mais difícil traduzir em termos actuais, como seja, por exemplo «Souralvo». E aquela do rio se chamar «Sardão», também é, de certo modo, um pouco estranho!
Mais adiante surgem outros lugares e freguesias do concelho, mas uma curiosa afirmação ali está devidamente escarrapachada: é que em Águeda, dizia o Pe. António Carvalho da Costa, havia «fermosas mulheres». Será que o autor andou por aqui e verificou a sua existência?
Não estamos a dizer que a descendência degenerou...


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Brumas da memória - 3

Da Villa de Serem

Da "Corografia portugueza e descripçam topografica do famoso reyno de Portugal..., Lisboa, 1706-1712", do Pe. António Carvalho da Costa, deixamos, talvez já por mais de uma vez, o que consta nesta obra, àcerca de Serém, da freguesia de Macinhata do Vouga.
São duas digitalizações, porque em duas páginas distintas foram encontradas.
É só clicar em cada uma delas e tentar ler na fórmula original do português da época.
Possui algumas curiosidades, nomeadamente quanto à descrição do lugar, importante naquele tempo.
E para aumentar, clique também nas imagens.



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