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domingo, 20 de maio de 2012

Terras do Marnel nos jornais

SENHORES, DAI DE BEBER A QUEM TEM SEDE!

Esta digitalização encontrei-a quando pesquisava elementos para um outro trabalho que tenho em mãos. E isto tem-me afastado destas presenças que prometi serem mais regulares. Paciência...
Decorria o ano de 1971. Tratava-se de uma rubrica (chamemos-lhe assim, por ser regular e periódica) que publicava no semanário concelhio Soberania do Povo. Não me vou alongar em considerações, mas apenas lembrar que se falava em água, o precioso líquido que não existia na freguesia, a não ser através de alguns fontenários. Mas havia uma actividade constante e interesse por obter aquele elemento essencial na via.
Aquela rubrica abria sempre com um comentário (neste caso a propósito de água que não havia à disposição da população) e depois uma série de pequenas notícias dos diversos lugares da freguesia.
E este comentário intitulei-o assim: «SENHORES, DAI DE BEBER A QUEM TEM SEDE».
Se clicar na imagem vai aumentar um pouco e ter possibilidades de ler.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Memórias

A fonte da Veiga


No lugar da Veiga, mesmo no que era o centro do lugar, onde me parece que existiu um cruzeiro, na convergência de duas ruas, uma que seguia em frente para o alto da Veiga, Cabeço Gordo, etc. e outra que dava para a direita que hoje constitui sentido obrigatório para o trânsito, onde morava, entre outros, o sr. Manuel Marques.
Na esquina dessa rua morava o sr. Augusto de Almeida Oliveira, pessoa com algumas facetas, entre elas a de caçador, cuja habitação se pode ver na foto que ilustra esta informação.
Afinal o que significa aquela foto, com uma fonte fictícia?
Explica-se que outrora havia ali uma fonte que servia de abastecimento público de água e, simultâneamente, de bebedouro para toda a espécie de gado, principalmente o gado bovino. A fonte fazia desaguar muito boa água dia e noite. A aparar essa água, havia uma pia feita de pedra. A fonte desapareceu, desconhecendo agora as suas causas. A pia fcou por lá, mas parece que já lá não está.
Dado o desaparecimento do que era a original fonte, o amigo Élio Dias de Oliveira, ainda na Veiga de volta da madeira, e porque tinha o material necessário e apropriado para o efeito, reproduz com todo o rigor o que faltava à pia que aparava essa água: A FONTE.
Já lá vão uns bons pares de anos que transferi para a fotografia a ideia do Élio. E a guardei. Por isso, mexendo nestas coisas, descobri a sua existência e aqui estou a partilhá-la com todos os que se interessam por ver aquilo que agora não existe nos nossos lugares e que constituem, talvez, algumas lembranças e nostalgias...

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