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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Gente destas terras - 49


Dr. Augusto Gomes Tavares dos Santos - Aguieira

Sem mais delongas, deixo aqui uma notícia antiga, mas interessante. Consorciou-se esta que foi conhecida e importante figura da  freguesia, particularmente de Aguieira.
Fui surpreendido, numa pesquisa, com esta saudosa notícia. Não porque tenha sido convidado para o casamento (onde é que eu andava, meu  Deus!!!!), mas porque conheci, como tantos outros conterrâneos, este simpático casal. A  notícia diz tudo e não  é necessário acrescentar mais nada, a não ser umas notas de apêndice dirigidas aos mais novos, também dispensáveis, já que foram motivo de destaque no jornal paroquial Valongo do Vouga, de Setembro de 1987.

  Primeiro a notícia, aqui fica:
Fonte: Soberania do Povo de 8 de Junho de 1929
Agora os apêndices esclarecedores do jornal Valongo do Vouga, que complementam a biografia:

-Dr. Augusto Gomes Tavares dos Santos, nasceu em Aguieira, a 27 de Janeiro de 1903, filho de Joaquim Gomes dos Santos, de Aguieira e de Beatriz Clarinda Tavares dos Santos, de Recardães; foram seus avós paternos Manuel Gomes dos Santos e Joaquina Maria dos Santos e avós maternos Joaquim Ferreira da Silva Tavares e Maria Teresa da Silva Tavares.

Casou com Lucília de Melo Pires dos Santos, em Vilarinho do Bairro, a 20 de Maio de 1929.*
Desse casamento houve os filhos: Manuel Joaquim Pires Santos (30-05-1930), advogado, casou na Mealhada, tendo sido eleito presidente da Câmara Municipal deste concelho, onde faleceu; João Augusto de Melo Pires Santos (22-11-1934), médico, casado em Arrancada do Vouga; Maria Beatriz de Melo Pires Santos Serrano (26-09-1936), docente, residente em Lisboa.

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Estado actual da residência do Dr. Augusto Santos

O Dr. Augusto Santos, como abreviadamente era mais conhecido, residia na sua casa ainda existente no Casal (Aguieira, como foi dito), estrada que vai da ponte junto ao largo de S. Miguel, para a Cumeada. 


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* Deve existir qualquer lapso, porque o dia 20 de Maio de 1929 foi a uma segunda-feira. Não acreditamos que o dia do casamento não tenha sido o domingo, dia este que era o da praxe comum para estes acontecimentos da época. A fonte desta data e da foto digitalizada foi o jornal paroquial «Valongo do Vouga», antes citado.

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Nota: A foto, digitalizada do jornal «Valongo do Vouga», já citado, recorda, em Coimbra, em Maio de 1956, o dia em que a agora Dr .ª Beatriz recebeu as primeiras insígnias académicas.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Agrupamento de Escolas de Valongo

Banda Marcial de Fermentelos

É já além de amanhã, dia 19, conforme cartazes que foram difusamente distribuídos por vários locais, que a Banda Marcial de Fermnetelos, mais conhecida pela «Banda Velha», vai levar a efeito um concerto, com o patrocínio das seguintes Entidades:

- UBA (União de Bandas de Águeda)
- Câmara Municipal de Águeda
- Junta de Freguesia de Valongo do Vouga
- Agrupamento de Escolas de Valongo do Vouga
- Casa do Povo de Valongo do Vouga

O cartaz que foi possível digitalizar sobre este evento de índole cultural, é o que a seguir apresentamos. Os nossos aplausos para a iniciativa.

sábado, 26 de setembro de 2009

Trilho das Levadas

O percurso pedestre do Marnel
- Valongo do Vouga -

Temos aqui o slide, de quase todas as fotos que obtivemos hoje, dia 26 de Setembro de 2009, do percurso pedestre, integrando a rede de trilhos do Muncípio de Águeda. Este trilho, foi hoje inaugurado com apresença do Dr. Gil Nadais, presidente da Câmara Municipal de Águeda. Também lá esteve a nossa conterrânea Elsa Corga, que, como se sabe, é Vereadora da Câmara. O presidente da Junta de Freguesia, Carlos Alberto. E também lá estiveram cerca de 300 pessoas a participar de um salutar exercício, que é o de caminhar através de um percurso pelo meio do campo, das árvores, da floresta, do rio, das levadas, etc.

Foi salutar, para maioria, mesmo para os menos habituados. Muito interessante, porque deu a conhecer os recantos "escondidos" de alguns locais que, até para os de cá, não conheciam.

As fotografias são o documento parcialmente visível do que foram poucos mais ou menos 90 minutos de caminhada. E que finalizaram no Ribeiro, ali bem juntinhos do Marnel, triste, quase sem água, mas a suplicar que olhem por ele! É que sózinho não é capaz de sobreviver. Precisa dos outros, de todos, de nós os de cá e os de fora. Todos!!!

Depois o almocinho, simpático, agradável, servido pelo Fernando, da «Casa Branca», de Brunhido, a expensas da Câmara Municipal.
E chegados ao Ribeiro, apetecia mesmo comer alguma coisa. Com a ajuda de festa, das cantigas, que um grupo de pessoas integradas no folclore da Casa do Povo de Valongo do Vouga, ali apresentou com o intuito de animar a malta! É o que faz falta...
De realçar ainda o facto do nosso amigo Anselmo de Miranda Pereira, cujo percurso tinha de passar por uma propriedade que adquiriu, franqueou o portal e por ela passamos para admirar a obra, que tem de ser enaltecida, pelo arrojo e pelo apego, de um projecto que tem em curso para preservar os moínhos e as levadas do Ribeiro. Além do slide, era intenção deixarmos em Power Point, um pouquinho do projecto do Anselmo. Que está muito bom... oxalá se concretize! Mas esta coisa deu um erro e, como pouco percebo disto, não estou para perder mais tempo.
Belíssimo e altruísta trabalho que merece (e devia merecer) muito carinho e apoio. Porque trata-se de fazer reviver, porque estavam quase todos a morrer, os moínhos do Ribeiro (e eram vários) que ali exisitiam.

Uma jornada que devia ser repetida... Quando?
No inverno, não!

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