quinta-feira, 7 de julho de 2011

O sítio da Garganta

Fui ontem ao sítio da Garganta ver o que a Junta de Freguesia por lá tinha feito. Estava integrada esta actividade no programa das Festas da Vila.
Saí de lá com o veículo todo cheio de pó. Mas isso é problema meu e de mais ninguém. Porque fui pelo caminho acima, até ao bico do monte e saí por Brunhido. Onde também entrei... se fui de carro!
Para já, aquilo ficou mais limpo de silvedo, e de floresta impenetrável, está devidamente terraplanado, e esperamos que o trabalho não fique apenas por ali. Pensamos que está para continuar, devendo ser ajardinado, semeada alguma relva, ou outra erva adequada para o local. Além das árvores que estão a fazer falta.
O que importa - e que nas obras anteriores isso nunca tenha sido tomado em conta - «mea culpa», é que a manutenção seja realizada com alguma regularidade, até porque agora, e não havia antigamente, há um quadro de pessoal para poder levar àvante esse tipo de trabalho.
Há por lá espaço que dá e sobra para fazer muita coisa. É de aplaudir, com um senão... cortaram as árvores todas, podendo ter deixado algumas de pé. Não sei se houve razões para isso. Mas é natural, porque não penso que a competência das pessoas responsáveis deixassem este pormenor no esquecimento.
Desse «novo» local, aqui deixo algumas fotos.




A denominação «Garganta» não sabemos qual a origem. Mas depreende-se que virá da sua configuração geográfica, uma vez que se localiza entre dois acentuados declives de terreno, onde forma uma linha de água, e o rio Marnel nela passa mansamente. O local, dados os acentuados declives, é relativamente estreito, donde se pode retirar o conceito de «garganta».
Local onde outrora existiram muitos moinhos, alguns deles desaparecidos, outros apenas os vestígios, como é o caso de uma das fotos, havendo dois ou três preservados, com algum custo, pelos seus proprietários, nos quais se destaca Anselmo de Miranda Pereira.

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