terça-feira, 19 de abril de 2011

Coisas da Guiné - 33

A oração do cão

1-Introdução
Nas minhas coisas da Guiné, há aqui muita coisa que me «obrigou» a inventariar e a saber quantos episódios aqui foram publicados, sobre os factos e vivências da minha passagem e permanência, durante mais de dois anos, naquelas terras africanas.
Desta forma, numerei todos os títulos que às Coisas da Guiné dizem respeito. A outros temas e séries já devia ter feito o mesmo e não fiz. Fá-lo-ei logo que possível.
Já aqui contei, mais de uma vez, a história do «Jornal da Caserna». Que na Guiné fundei. Não vou repetir.
Mas dele respiguei esta nota, que acho engraçada (ou sem graça nenhuma, depende dos feitios). Essa nota dizia respeito a uma série, que arranjei não sei onde, e, em cada número, ia colocando uma oração, normalmente com uma redacção concernente ao animal respectivo.

2 - A Oração
Não é para brincar com coisas sérias. Mas para se poder aquilatar daquilo que ao «animal homem» também pode ser adaptado.
Se alguém imaginou e teve a inspiração para apresentar uma redacção (que a memória lhe ditou) deste género, também não pode ser insensível às coias que ao espíritual dizem respeito.
Em vez de estar a prolongar estas desalinhavadas frases, deixo a digitalização da oração do cão... neste mundo da mesma espécie e neste país conturbado.
Ao menos sejamos fieis e leais, como é o cão. E vigilantes...
Para ler clique na imagem, que ela deve aumentar...


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