sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Gente destas terras - 25

Como eram e como estão!
António Manuel Portela dos Santos
Maria Odete Vidal dos Santos

Desde Abril de 2010 que aqui não foco alguém que tenha cabimento no título que arranjei para destrinçar esta rubrica; «Gente destas Terras».
Estava a desfolhar o que então ainda se chamava Boletim Paroquial de Valongo do Vouga, cujo responsável legal, como director, era o Rev. Padre António Ferreira Tavares, quando na página 4, do número de Outubro de 1976, deparei com estas duas figuras, que, a esta distância, já provocam alguma saudade. Aquele periódico já fez e vai fazendo história.
O Portela, chegou a «perder» (ganhar) alguma coisa lá pela casa do meu sogro, creio eu. Mas o que quero evidenciar neste casal, foi o seu percurso modesto, mas de algum trabalho (como estudantes, claro, e, se não me engano, até já depois do curso do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra), tendo em conta, até, a sua carreira de docentes que ambos abraçaram.
A figura (foto) da Odete, está como ainda está hoje... não tem nada que agradecer!!!
Mas aquela postura do Portela, em pleno 1976, até parecia outra coisa.
Mas casaram em 25 de Setembro de 1976!
Por isso, o sub-título que encima este post, que não quero que seja interpretado com qualquer sentido pejorativo, antes pelo contrário. É só para acentuar a diferença dos usos e costumes que a juventude então vivia e tinha por factor preponderante aquilo que gostava de ser e parecer. Mas uma juventude irreverente que marcou uma época e os tempos... e influenciou mentalidades!
Não me parece que estas frases jocosas e divertidas (penso eu) tenham necessidade de serem modificadas para acentuar outros aspectos da carreira e da vida de ambos.
Há muita gente que gostará de ler e recordar isto. Mas outros talvez não, mas...
... ladram e a caravana passa.

Nota: - Quando iniciei este apontamento não me tinha passado pela cabeça outra intenção ou objectivo. Mas isto é como as cerejas.Como estamos a menos de um mês de distância, fica este registo daquele momento inesquecível (felizmente), de 25/9/76, como prenda para dois prendados aniversariantes (passe o pleonasmo). E já lá vão 34 anos!!! Grandes Heróis... com dois descendentes a este mesmo título...

Clique na imagem e leia melhor o que lá está escrito.
A seguir: - "Gente destas Terras" voltará a recordar os escritos do Engº Bastos Xavier.

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