sexta-feira, 31 de outubro de 2008

MAS QUEM INVENTOU O FIM-DE-SEMANA?!

Você já parou para pensar nisso? Há quanto tempo você acredita que existe o fim-de-semana?
5 Mil anos?
2 Mil anos?
500 Anos?
O primeiro fim-de-semana surgiu em 1908 e foi adoptado por uma empresa de moagem de milho, de Nova Inglaterra, para acomodar os trabalhadores judeus que não trabalham ao sábado, e os cristãos que não trabalham ao domingo (porque até Deus descansou no sétimo dia).

Surpreso?
O fim-de-semana começou a ser adoptado por TODAS as empresas dos EUA, e a Europa só o fez somente em 1940! Há apenas pouco mais de 60 anos atrás! E não há 5 mil anos como alguém possa ter imaginado.
O fim-de-semana surgiu depois da Revolução Industrial.

Como funcionava antes de 1908?
As pessoas trabalhavam TODOS os dias, vendiam o almoço para comprar o jantar; ou esperavam que o milho de suas plantações crescesse para poder vender, trocar, plantar.
Hoje, nós vivemos a era da Revolução da Informação, do Indivíduo, do Conhecimento, do Empreendedorismo.
O fim-de-semana cabe dentro desta nova era?
Nem a pau!

Trabalhar de segunda a sexta das 9:00 as 18:00h? Há! Há! Há!
O engraçado é que os milhões de ateus do mundo que comemoram a chegada de um novo fim-de-semana, nem imaginam que a cada 5 dias o mundo comemora a chegada de um novo feriado religioso.
Aqueles que vivem na veia essa nova Era do Conhecimento, já abandonaram há muito o conceito de fim-de-semana.
Que venha o Final do Fim-de-Semana!

Por que não?

Acrescentamos que aqui vai uma sugestão para passar o fim-de-semana ou para o final do fim-de-semana!!! Boa!!! Não é interessante o local? Aproveitem!


(Texto adaptado para português de um blogue brasileiro chamado BIZREVOLUTION)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

CRUZEIROS

A palavra, segundo uma pequena enciclopédia que possuímos, refere uma grande cruz de pedra erguida em estradas e caminhos rústicos, nas praças das povoações, nos adros das igrejas, nos cemitérios, etc., e que se destinava a assinalar locais de acontecimentos históricos ou religiosos, públicos ou individuais, alegres ou de mortes. É o padrão da cristandade por excelência.
Os cruzeiros constituem actualmente monumentos devidamente classificados e, destes, na freguesia de Valongo do Vouga, existem dois que constam em numerosos locais de informação internauta e convenientemente registados nos organismos oficiais.
Por pesquisa feita na página oficial da internet da Câmara Municipal de Águeda e da monografia de António Simões Estima sobre Valongo do Vouga, que já citamos em páginas anteriores, podemos resumir:

CRUZEIRO DE AGUIEIRA

Soco de forma quadrangular. Coluna facetada de quatro faces com fuste listrado por caneluras, sobre plinto liso que exibe a data de 1753. Capitel com molduras lisas. Cruz latina com representação escultórica de Cristo. Templete aberto de planta quadrangular sob quatro colunas de forte êntase que sustentam vergas rectas, com cornija recta, nas quais se apoia uma copula com cobertura piramidal coroada por pináculo. É um cruzeiro de utilização inicial devocional. Além deste facto, actualmente é um marco histórico-cultural.
Pertence à tipologia de arquitectura religiosa, barroca. Cruzeiro barroco de caminho sobre base quadrangular com representação escultórica e alpendre aberto de planta quadrangular com cúpula.

CRUZEIRO DE ARRANCADA

Soco quadrangular em forma de mesa sobre pedras paralelepipédicas de faces decoradas com traços definindo losangos simulando almofadas. Coluna facetada de quatro faces com fuste listrado por caneluras, sobre plinto. Capitel com molduras lisas. Cruz latina com representação escultórica de Cristo pintada. Alpendre aberto de planta quadrangular sobre quatro colunas toscanas que sustentam entablamento corrido no qual se apoia uma cúpula com cobertura piramidal coroada por pináculo sobre pedra paralelepipédica que exibe um rótulo com a data de 1626 numa das faces e uma esfera armilar noutra.
Pertence também à tipologia de arquitectura religiosa, de utilização devocional, maneirista de caminho sobre base quadrangular, com a representação escultórica em madeira pintada. A data gravada numa das faces da pedra em que assenta o pináculo de coroamento da copula as outras faces exibem uma esfera armilar, assim como outros emblemas muito raspados. Deve tratar-se de um reaproveitamento. Dada a altura do soco onde se ergue o alpendre, a coluna do cruzeiro é atarracada em proporção à cruz.

Existem outros cruzeiros, nomeadamente em Brunhido e Valongo, mas qualquer deles não dispõe de características idênticas, sendo, talvez, de construção contemporânea em pedra.
**********
ADENDA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2008
Recebi hoje um mail do Filipe Vidal que, no seu espírito desprendido, desinteressado e de colaboração, fez o favor de me enviar algumas fotos antigas dos cruzeiros da freguesia, neste caso os mais históricos de Arrancada e Aguieira. Neste, nota-se que a sua localização era antiga, antes da sua deslocação mais para a esquerda, pois, como se nota, estava em posição nítida de prejudicar o normal tráfego de veículos, por se encontrar muito próximo da estrada Aguieira-Veiga-Arrancada.
Apresentam-se a seguir essas fotografias, que são facilmente identificáveis:
Cruzeiro de Aguieira, à esquerda, um pouco mais recente e o de Arrancada, à direita, também recente

















O mais curioso e, talvez, inédito, é o cruzeiro de Arrancada, a preto e branco, que, por informação do Filipe, fazia parte de um hipotético espólio de seu avô, o Inspector Gomes dos Santos. A foto do cruzeiro de Aguieira, é a que foi utilizada no livro de António Simões Estima "DE UALLE LONGUM A VALONGO DO VOUGA", subsídios monográficos e que a seguir se apresentam.

Ao Filipe, além do agradecimento e reconhecimento particular que prontamente já apresentamos, quero também repetir aqui publicamente o seu espírito de colaboração, companheirismo e altruísmo. Renovo os agradecimentos.


domingo, 26 de outubro de 2008

ASSALTO À ARQUEOLOGIA DO VOUGA!!!


A estação arqueológica da Mina, mais conhecida pelo Cabeço de Vouga, está exactamente no alto daquele estratégico local e pudemos recentemente verificar as obras de beneficiação e arqueológicas que ali foram levadas a efeito.
Todos sabemos da importância dos trabalhos desenvolvidos, quer pela Câmara Municipal, quer por outras instituições oficiais, segundo cremos. Mas não é isso o que exactamente importa agora evidenciar.
Importa salientar que o legado histórico que ali se encontra é de importância inquestionável. E, por tudo o que sabemos, já Sousa Baptista ali tinha desenvolvido algum trabalho de escavações, donde terão sido retirados materiais, antes ou por volta dos anos cinquenta que, recuperados, constituíam, naturalmente, objecto de mais estudos e mais interpretações e respostas históricas, quer do local, que da região envolvente, desde Lamas do Vouga, Macinhata do Vouga, Valongo do Vouga e até a Trofa. Admite-se que foram legados a instituições credíveis na matéria.
O local está devidamente protegido, tem ali pessoas a tempo inteiro que vão vigiando e procedendo a pequenos trabalhos de limpeza, arrumação e conservação, até ao técnico de arqueologia que, com o qual não nos foi possível trocar algumas impressões ou obter outras informações, vai paulatinamente fazendo estudos, registos e restauros. Nos comentários que vamos vendo em tudo quanto é sítio, só vemos coisas negativistas. As positivas, como estas e outras de maior impacto que felizmente vão acontecendo, só raramente aparecem nas ribaltas e em manchetes. A maior parte é esquecida!
Porém, não há bela sem senão. Nos muitos e já demasiadamente publicitados assaltos que campeiam por cá, até o local que não tem nada que interesse (dizemos nós), a não ser arqueologia, foi assaltado já por duas vezes. Um dos assaltos ocorreu recentemente, por altura do fim-de-semana 10 a 12 ainda do corrente mês de Outubro e um outro assalto ocorrido em igual período da semana do fim de Setembro.
Dali todo o pouco que levaram era muito para quem ali trabalha, nomeadamente algum material de comunicação e até o computador portátil que o arqueólogo possuía. Está agora a trabalhar num equipamento que alguém da Câmara lhe emprestou. Da segunda vez, até um extintor serviu… além dos prejuízos provocados e ao que parece demoram as reparações.
Mas também serve o local, tal como está arranjadinho e de fácil e rápido acesso, além de escondidinho e fora das vistas directas de quem passa na estrada, para outras actividades menos próprias e ilícitas, ao que consta frequentado até por veículos que não escondem a sua identificação, pela publicidade que no exterior normalmente ostentam, e que certamente tem a ver com o narcotráfico.
Sabe-se que as autoridades estão ao corrente das situações que ali se desenvolvem, parece que apenas só falta apanhar em flagrante os participantes directos nessas acções, pelo que o mais avisado será todos aqueles que por ali passam deixar de o fazer.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

A INJUSTIÇA DA JUSTIÇA - II

Como prometi, aqui estou para dar conta das duas histórias que a página anterior mencionava. A história do "Jornal 24horas", reza assim:


«Como o Padre Cruz»

«A situação protagonizada pela irmã ...... é em tudo idêntica à que se conta na biografia oficial do Padre Cruz, que é dos mais venerados sacerdotes portugueses e considerado um santo pelo povo.

Conta-se na biografia que certo dia o Padre Cruz pretendia ir a Lisboa recolher dádivas para crianças desprotegidas, mas como não tinha dinheiro para o comboio, o revisor não autorizava que aquele padre entrasse na carruagem.

Entretanto, por razões nunca esclarecidas, o comboio avariou e não andava, até que o revisor acabou por deixar entrar o Padre Cruz e entretanto o comboio começou a andar.

Esta é uma das lendas atribuídas ao Padre Cruz e que agora é recordada a propósito da situação em que se viu envolvida a irmã ....... »


*******


A outra história que me contaram, penso que tinha como interveniente o Padre Américo, que foi conhecido em todo o país e não só. É esta:

Um dia o Padre Américo saiu do comboio e encontrou um individuo andrajoso, com aspecto de muito necessitado e vestindo umas calças rotas, sujas, enfim, num estado deplorável.

O Padre Américo terá olhado para a pessoa. Esta terá olhado para o Padre Américo.

Mas alguém, atento, viu que os dois entraram numa casa de banho pública.

Daí a momentos saíram de lá os dois personagens, o mendigo com umas calças de aspecto aceitável e o Padre Américo com umas calças rotas, esfarrapadas (passe o pleonasmo) sujas e imundas (mais um pleonasmo)!!!


Acho que estas duas histórias devem acabar sem comentários.

Quem souber ler, que leia. Obrigado!

A INJUSTIÇA DA JUSTIÇA - I



É isso mesmo!!! A justiça, sendo cega, parece que comete injustiças. No caso que agora passo a citar, é, na minha opinião, bastante injusta, senão mesmo despropositada e exagerada no preciosismo da sua aplicabilidade.

Para introito, basta. Vamos à história...

Sou leitor medianamente assiduo do "Jornal 24horas". Cito esta fonte, para os devidos efeitos. No número do dia 20 de Outubro (ontem), trazia uma notícia que passo a resumir:
Uma idosa, ao que tudo indica na notícia, abraçou uma vocação de missionária. Pertence a uma congregação, que não se especifica qual é mas que, para o caso, pouco importa. E como tal madre Teresa de Calcutá, "entrega-se aos outros" para fazer o bem, segundo o seu múnus, a sua vocação, a sua vida.

Embora de origem abastada, desprendeu-se e renunciou a todos os bens materiais e não tem nada nem usufrui de nada, costuma ainda dar o que tem, segundo o "Jornal 24horas". E lá vai ter com os marginais e, para o fazer, não tem dinheiro para o autocarro. Até que...
...chegou a certa altura foi multada em 50 euros por andar de autocarro "à boleia". Também não pagou a multa, porque, repita-se, não tinha dinheiro. Vai daí, foi um instante em que no processo foi lavrado o respectivo despacho a decretar a sua detenção e prisão, lançado e publicitado em tudo quanto era instituição da autoridade, creio.

Levou ainda uma sova, no Bairro onde queria desenvolver a sua actividade de bem-fazer, porque os traficantes desconfiavam que ela era informadora da polícia. Conforme consta na notícia, a sua generosidade e entrega fez que, como resultado da agressão, fosse transportada para uma Esquadra e como ali estava o mandado do Juiz, o agente não tinha outro remédio senão levá-la à cadeia de Santa Cruz do Bispo. E ela lá está a cumprir a pena de 30 dias de prisão efectiva.

Para esta "eficiência" da justiça, não tenho palavras. Por isso, socorrendo-me do "Jornal 24horas", respigo ainda, da autoria do jornalista Gonçalo Pereira, o seu comentário ná página 4, na rubrica NOTA DO DIA. Diz assim:

«Uma freira, já a entrar na terceira idade, está atrás das grades por não ter pago um bilhete de autocarro nem a multa devida pela "viagem à pendura".
A história é fantástica. Fala-nos de uma senhora que acredita poder fazer a diferença por conversar com jovens que andam em verdadeiros cursos de formação de criminosos. Mas que, por causa disso, levou uma sova de um grupo de traficantes de droga. Quando se deslocou à polícia para se queixar, foi levada para a cadeia devido ao tal "golpe do bilhete".
Pergunta-se: que terá passado na cabeça do juiz para mandar prender uma senhora a caminho da velhice por causa de um punhado de euros? Se calhar quis fazer dela um exemplo, tipo "dizem que a justiça deixa os facínoras ficarem na rua, mas já vou mostrar que não é assim".
Um tipo em situação ilegal em Portugal viola uma rapariga e é mandado em liberdade. Um sujeito abate outro dentro da esquadra e regressa a casa por ordem do juiz. Uma sexagenária anda de autocarro sem bilhete e o que faz? Atira-se a velha para a cadeia, claro! E quem lhe deu a surra? Aposto que ainda por aí anda.»

Da minha parte não encontro outras palavras para mais comentários. O destaque desta história não é feito por estar envolvida uma freira. Se a notícia referisse uma pessoa pobre, carente de meios, sem ter nada (e há tantas por aí!!!), tomaria a mesma posição de a destacar através deste meio. Mas há ainda duas pequenas histórias, uma que o "Jornal 24horas" também publicita relacionada com esta e outra que nos contaram há muito tempo. Remeto os meus ilustres visitantes para essas duas histórias que conto em separado desta.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

CURIOSIDADE LOCAL

Para outro trabalho a apresentar aqui fotografámos, há dias, o cruzeiro de Aguieira, passando pela estrada da Aldeia e deparamos com um factor que para muitos pode ser estranho mas, ao mesmo tempo, curioso. Já agora peço que chegue ao fim desta leitura para saber qual é a curiosidade.

Abaixo pode verificar essa situação, através de duas fotos, que é a seguinte:

Na referida estrada da Aldeia, a seguir ao cruzeiro, temos o pontão sobre a ribeira do Pedrozelo. Esse pontão foi restaurado há já muitos anos. Nesse restauro, tem, tal como idêntico pontão, mais conhecido pela Ponte Nova, na estrada do Prof. Vidal, sensivelmente ao meio do percurso daquela pequena recta antes de chegar à Escola do Ensino Básico (ex-primária), uns resguardos em pedra, salvo erro, de ançã, de certo modo interessantes.

Sabe, por acaso, donde vieram, praticamente sem alterações, esses resguardos?

Certamente que ao olhar para as fotos, vai dizer que não. Não admira... já foi há muitos anos!!!
Eu explico: a ponte sobre o rio Águeda era estreita e antiga. Antes dos anos sessenta, sofreu uma profunda alteração, para a época, sendo alargada e ainda hoje assim se pode ver como ficou.

As pedras que serviam de resguardo, foram guardadas pela Câmara Municipal, creio eu, e, algumas delas, foram aplicadas nos referidos pontões, aquando do seu restauro.

São os únicos pontões da freguesia que têm em si aplicados os velhos resguardos que estavam a servir em funções semelhantes a velha ponte sobre o rio Águeda, na sede de concelho, antes do seu alargamento.

Se isto tem algum interesse, curiosidade ou não, não sei. Para alguns talvez... a intenção era essa... despertar... e dar a conhecer.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

RESUMO HISTORICO DE VALONGO DO VOUGA

Respigamos do livro da Academia Nacional de Belas Artes - Inventário Artístico de Portugal - Distrito de Aveiro - Zona Sul, Lisboa 1959, o seguinte resumo histórico desta terra do Marnel, a freguesia de Valongo do Vouga:
-«A freguesia, ocupando a parte baixa do Marnel e estendendo-se pelas ribeiras afluentes, dependeu do concelho medievo de Vouga, de que falámos a tratar de Lamas, seguindo-se nas vicissitudes apontadas.
Documentos já referidos atestam a existência de Valongo e Fermentões na primeira reconquista.
Encerrava contudo dois resumidos concelhos, o de Brunhido e o de Aguieira, dotados de forais novos em 1516 e 1514, respectivamente; pertencendo aquele à coroa e este à ordem de Cristo, que andou em comenda ou em regime enfitêutico.
O Infante D. Pedro, conde de Barcelos, o do Nobiliário, foi senhor de Brunhido, por compra a Martim de Espiunca, tendo tomado posse em 1309 por Vasco Martins da Cunha, seu mordomo-mor. Aí teve a faustosa D. Teresa Anes (com quem parece não ter casado) e aí residiu por vezes.»

  • O Valonguense António Simões Estima, no seu livro 'de Ualle Longum a Valongo do Vouga' - subsídios monográficos - 2003 - edição patrocinada pela Casa do Povo de Valongo do Vouga, trata este assunto de uma forma mais completa, exaustiva e pormenorizada quanto às origens de Valongo do Vouga e do Marnel. Permitimo-nos transcrever da página 27, o seguinte:
  • «Do ponto de vista arqueológico, basta considerar que a freguesia fica situada próximo do notável Cabeço de Vouga, onde os vestígios da "civita Marnel" tão citada nos nossos documentos pré-nacionais, são ainda importantíssimos a ponto de, pela vastidão e género da área fortificada e com o apoio das referências itinerárias, se ter procurado ver nela a cividade de Talábrica. Com origem, por certo, castreja, as povoações actuais de Valongo devem, em alguns casos, ter remotíssimas ligações com a pré-história da "civitas" sobredita.»

Vamos procurar publicitar aqui alguns aspectos da história destas terras, socorrendo-nos de elementos em arquivo e de outros, como é o caso, agora, do livro de António Simões Estima.






quinta-feira, 9 de outubro de 2008

A GÉNESIS DE UM BLOG

Como digo na apresentação (em acerca de mim), estou de "férias remuneradas", o que para bom entendedor... esta palavra basta, se não for apenas meia...
Por isso, andava por cá a magicar que ainda havia de ter aqui uma coisa destas... que nós, agora, em novas tecnologias falando, chamamos, concretamente, blogues.
Ora, correndo os riscos inerentes a tal "exposição" pública, acabei por aderir a esta "actividade" que, não me rendendo nada, vai proporcionar, pelo menos, alguma aprendizagem e viver a experiência destas coisas.
O objectivo é exactamente, como diz o nome do blog, expor ideias, factos, história destas Terras do Marnel, que, como sabemos, vai das Talhadas até ao Vouga, ali pouco depois da Trofa, em Almear, onde se dá a junção dos rios que estão na origem do nome antes citado.
Sabemos, ainda, que o Marnel além de ter um percurso bastante longo na freguesia de Valongo do Vouga, também passa por Lamas, onde "ele" se mostra mais acentuadamente e se expraia, indo por aí abaixo, como disse, pela Trofa encontrando-se e dando um abraço ao Vouga ali próximo de Almear.
Se as coisas correrem como desejo, espero vir aqui regularmente, a ver se desperto alguma curiosidade, ao que posso chamar, agora, outros companheiros de blogues, que os há em quantidade e muitos que se destacam positivamente na apresentação, conteúdo e interesse e outras pessoas que gostam de "espreitar" (no bom sentido) as coisas que por aqui se passam. Como eu.
Esta coisa ainda não está com a apresentação que desejo. Mas, aos poucos, lá irei dando uns retoques e proporcionar até algumas curiosidades, como sejam a preservação, por imagem, de algumas relíquias que ainda por aí abundam, a ver se não desaparecem de todo do nosso imaginário e da documentação.
Quando for "descoberto" que os meus visitantes tenham e manifestem alguma dose de piedade e condescendência por quem e para quem inicia esta "carolice" de andar por aqui a trocar ideias.
Por ora, até breve...

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